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terça-feira, 18 de outubro de 2016

A polêmica geração Mimimi. Não, Nem Nem. Não, Me Me



Sabe, não sei se amo ou odeio. Acho que amo. Às vezes acho que odeio. Amo. Odeio. Amo. Odeio. Amoooooo.

Na real, eles têm coisas bacanas. Ah, se tem. Eles são rápidos, e às vezes, diretos. Não tanto artificiais como a minha geração. Mais objetivos.

Mas falta mais calor. Ironicamente, falta certo calor. Certa compaixão. Certo respeito. Do certo. E de certo.

Mas aí é que está: respeitar por respeitar? Não é com eles. E nesse ponto, sou mais eles. Nesse sentido, entenda: respeita-se aquilo ou aquele que é merecedor desse respeito, por mérito. Por conteúdo. Pelo que fez. Gente que faz, entende?

E lembrando: a gente precisa ter limites. Sem essa de “Faço tudo agora do jeito que quero e sai de perto que eu cheguei e pá”.  Não é bem assim. Não dá prá ser. Calma sem total calma. Calma com pressa é bem possível.

Sabe o que seria bem legal? Parar de vez com a visão esdrúxula de conflitar-se gerações. Vivemos uma época da Vovó DJ com pessoas de 18 casando cedo e formando famílias de forma bem legal e responsável. Ou seja, a gente pode ser o que quiser dentro de uma convivência social sadia.

Então, vamos e VIVEMOS: não dá prá ter preconceito nesse mundo. E como assim, que existe tanta gente jovem com cabeça de ovo de codorna? Limitados ao extremo? E aos da minha geração, imaturos bobinhos que apesar de tecnológicos, ainda falam "No meu tempo..." ou outras visões prá lá de irresponsáveis, sem perceber que seus comportamentos influenciam os que chegam depois? Não, né?

Tinha uma época que a gente ainda estava nessa de “coisas de jovens” e “coisas de velhos”. Não quero mais acreditar que isso ainda possa existir. Não vamos deixar existir, pode ser?

Acho que vivemos uma época em que precisamos cortar o cordão umbilical quanto a esses clichês, mas, respeitando limites. Difícil? Sim. Impossível? Não. Policiamento do comportamento ajuda.

Vamos aproveitar a coragem dessa geração que diz “Chega!” em muitas coisas, como por exemplo, nisso: Geração Y vs Empregos de Merda

Eles tiveram coragem de dizer o que a geração X deixou acontecer. E vamos mudar comportamentos inclusive e especialmente, corporativos. EMPRESAS: precisamos mudar.

Mas ISSO também é um fato: a preguiça mental e a falta de persistência fazem com que desistam logo, ou busquem justificativas para o não crescimento sob qualquer aspecto. Veja esse artigo: A Geração mimimi está criticando demais sem propor novas soluções 

Por essa e outras, essa geração é chamada:
Mimimi, que vem de mimada. Nem Nem, que vem de nada faz ou quer fazer. Ou Me Me (nos Estados Unidos, no sentido de ser uma geração egoísta, somente focada em si mesma).


E os mimadex de plantão? Eles só ficaram mimados, por culpa das gerações anteriores. Então, vamos parar de mimar as gerações de crianças que estão por aí?  Esse é um exemplo: Defenda o professor na frente de seu filho e não precisará defender seu filho na frente do delegadoOlha ainda isso: “Geração mimimi” pode prejudicar todo o futuro das empresas, diz especialistaE mais isso: O poder da Geração MIMIMI 


E quer saber? F.O.D.A. – S.E.
Eu gosto deles. Porque de MIMIMI, todos nós temos um pouco. Eles fazem parte de nós. Vieram de nós, tá ligado? SQS = SÓ QUE SIM. E #seligaaieaperteobotaodofoda-se. HELLO.



Transcrevo alguns trechos desse texto:
“Os gestores e marketers de hoje devem prestar alguma atenção a esta nova geração de consumidores nascidos entre 1980 e 2000. Estes consumidores, muitos deles já «decisores» constituem já cerca de 20% da população global.

Também conhecidos como Echo Boomers, geração Y ou Millennials, estes cresceram no mundo digital onde telemóveis, mensagens de texto e portáteis são imprescindíveis no seu dia-a-dia.

No seu artigo para a revista Time, Josh Sanburn cruza várias pesquisas para tentar entender qual é o perfil dessa geração e o seu impacto futuro na sociedade.

Descrita no artigo como uma geração tão excitante quanto ameaçadora, os Millennials são uma realidade que, daqui pra frente, tende a mudar completamente a maneira como as pessoas convivem em sociedade.

De acordo com este artigo da Time, os Millennials são:
  • Otimistas
  • Mais pragmáticos, menos sonhadores
  •  Vivem em um mundo sem grandes líderes políticos, mas são fascinados por celebridades
  • Acreditam em Deus, mas não são chegados a ideia de religião (porque não se identificam com nenhuma grande instituição)
  • São bem informados, mas inativos
  • Não prescindem dos seus smartphones e gadgets


O que os distingue das gerações anteriores?

Ao contrário da geração anterior, os Millenials não são tão influenciados por mensagens da marca, o que é compreensível, não fosse esta a geração mais exposta a publicidade do que qualquer outra na história do consumo. Quando a fronteira entre os produtos da sua marca e os da sua concorrência é tênue, os Millennials contam com as opiniões dos seus amigos online (peer-to-peer).”

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