O que você encontra aqui?

Coisas do mundo e conceitos da autora, que tem uma visão contemporânea do comportamento humano.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Informação com adrenalina e humor: CQC




A gente aprende e conhece cada vez mais, situações, ações e pessoas inovadoras. Estamos numa época criativa de criatividade, e isso é muito bom. O que antes poderia ser considerado feio, impróprio, passa a ser considerado inteligente. EBA. Quebra de paradigmas. Visão de longo alcance. Abertura da mente.

O humor é assim. TV Pirata, Mamonas Assassinas, Legendários, Pânico (só no Rádio, please) e tantos outros são exemplo do humor “direto na veia” que deu certo, que merece o nosso tempo e nosso aplauso. E o mesmo acontece com o CQC. Aliás, para mim, esse último e o primeiro que citei, são os “The Best”.

O que é o CQC? Da internet:

Custe o Que Custar (ou CQC) é um programa de televisão jornalístico e de humor, de frequência semanal (atualmente passa-se às segundas-feiras), transmitido desde sua estréia, no dia 17 de março de 2008, pela Rede Bandeirantes.

O programa trata os fatos políticos, artísticos e esportivos da respectiva semana com pitadas satíricas e humorísticas, brincando com as informações, e quando editado passa a ter efeitos como o nariz de palhaço, playbacks, etc. Um trio de apresentadores apresenta as notícias de modo diferenciado e os repórteres abordam pessoas públicas, como políticos, celebridades e jornalistas com perguntas nem um pouco discretas e convenientes a fim de promover as mais inesperadas reações, de certo modo fazendo jus ao nome do programa.

O formato é oriundo da Argentina sob o nome Caiga Quien Caiga que é exibido desde 1995 no país.

Veja o blog deles: http://cqc.band.com.br/

Veja eles no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=DNEukLbxKas

Cara, falar mais sobre eles é dispensável. Eles são realmente muiiiiiiiiiito bacanas. Com certeza, a mosca está acertando o alvo.

E o TV Pirata? Veja, prá quem não conhece:

TV Pirata foi um famoso programa de televisão humorístico brasileiro, transmitido pela Rede Globo entre 1988 e 1990 e em 1992, às terças-feiras.

O programa carregava influências de programas como Saturday Night Live dos Eua, Monthy Python Flying Circus da Inglaterra e do filme Amazon Women in the Moon, tanto no conteúdo quanto no seu formato. Cada programa consistia em uma série de esquetes, aleatórios ou seguindo o padrão de quadros fixos.

TV Pirata se consolidou como fenômeno do humor brasileiro, rompendo com o estilo de comédia de tipos que vinha da era do rádio e se estendia como padrão dominante na TV desde os anos 60. O talento dos atores e dos escritores não podia ser negado, o que ajudou o programa a vencer a categoria de melhor humorístico no Troféu Imprensa de 1988.

Agora, com certeza, quando se fala em humor inteligente, não se pode esquecer de citar a MTV: emissora prá lá de inteligente, people! Talvez quase todos tenham se inspirado nela. Isso é informação com adrenalina e humor. YES!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Empresas 3.0: hipnotizando pela marca




De acordo com Philip Kotler, "O marketing passou de ser apenas um processo de vendas e publicidade para ser um conjunto de processos em criar, comunicar, transmitir e entregar valor".


Veja algumas características desse novo marketing 3.0 apontadas em palestra de Kotler:


- Marketing da missão: a missão é ajudar o cliente a realizar suas aspirações e seu lado da compaixão
- Marketing de valores: mostrar valores para buscar novos que façam a diferença
- Marketing da visão: transmitindo a visão de sustentabilidade corporativa para os acionistas, colaboradores e consumidores
- Uma marca ser forte hoje não significa que será forte assim para sempre. Tem que se fazer mais do que uma manutenção da marca, é necessária a criação de marca. Ela deve empolgar
- As marcas terão que oferecer "significado" e "autenticidade" através de novos valores e uma nova visão mercadológica


“A missão do marketing 3.0 nas empresas consiste em estabelecer um elo com o cliente, promover a sustentabilidade no planeta e melhorar a vida dos pobres. Se você criar um caso de amor com os seus clientes, eles próprios farão a sua publicidade”, destacou o especialista.


Philip Kotler: É autor das mais importantes obras já editadas na área de Marketing, traduzidas para mais de 20 idiomas e que ultrapassam a marca de cinco milhões de cópias vendidas em 58 países. Ao todo, Kotler escreveu 44 livros, sendo que 13 foram publicados nos últimos cinco anos.


E o que eu penso? Acredito em tudo acima, e mais: acredito que pode ser feito. E deve ser. Menos promocional o tempo todo, mais valorização da essência da marca. Porque tudo que uma marca faz, volta prá ela. Seja bom ou não.

E essas empresas, que praticam o Marketing 3.0, serão as novas marcas hipnotizantes do mercado.

domingo, 14 de novembro de 2010

O professor está sempre errado. SERÁ?




Esse texto abaixo, com o mesmo título desse meu texto/post, foi escrito pelo Jô Soares. E serve de apoio e “consolo” a cada professor, nem que seja para uma “profe das horas vagas”, como eu (que tem na função de professora, uma segunda profissão). Gosto de dar aulas, especialmente, transmitir meu conhecimento adquirido através da formação e especialmente, da experiência: Marketing ou Comunicação. É prazeroso e também é surpreendente. Pois existe cada reação dos alunos! Coisas que você dá super valor, eles nem percebem; e outras, que não deveriam ter a mesma relevância, têm grande aprovação... seres humanos, quem os entende?



Bem, então vamos ao texto do excelente Jô:

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado.

Não tem automóvel, é um pobre coitado.

Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta ao colégio, é um 'caxias'.

Precisa faltar, é um 'turista'.

Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó do aluno.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as chances do aluno.

Escreve muito, não explica.

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.

Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.

O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!


E registro aqui, meu pesar com o acontecido que tem virado hábito frequente, com muitos e muitos professores pelo mundo afora: a agressão física que eles vêm sofrendo. Não vale ser arrogante, no caso do professor, mas no caso do aluno, jamais vale ser agressivo. Isso é anti qualquer coisa que se possa pensar, e muito menos, fazer.

sábado, 13 de novembro de 2010

Sparking Cultural Movements




Acendendo ou Estimulando Movimentos Culturais.


Estive em uma das palestras do Maxi Mídia Sat Porto Alegre 2010 (organizado pela Starter Comunicação, nessa edição gaúcha do evento), especificamente, aquela que desenvolveu e discutiu o assunto do titulo desse texto.

E vejam o que dizem sobre o assunto, os organizadores do evento:

“A utilização do Movimento Cultural como plataforma de comunicação transforma consumidores em defensores e multiplicadores da marca. Para nossa palestrante (a citar, Ilana Bryant, da StrawberryFrog/Estados Unidos), a estratégia mais correta é desenvolver movimentos "de fora para dentro", que nascem do consumidor e envolvem a marca. Nesse sentido, é preciso criar elos de conexão autênticos entre as duas partes, construindo comunidades, inspirando ações e criando ferramentas e oportunidades para integração entre as pessoas e as empresas.”

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Transmito prá vocês, algumas questões sobre a palestra:

- Movimentos culturais e pró-criação com consumidores: relevância cultural gera burburinhos, noticias e defensores da marca. Baseados em valores e filosofia de uma marca. Ligação emocional com a comunicação.
- Existe algo de errado com a propaganda de antigamente, feita agora. No passado, era mais fácil, poucas marcas e as famílias sempre juntinhas, com poucos produtos. As pessoas estão cada vez menos ligadas na propaganda, tempo compartilhado com a informação. Nosso cérebro deleta/filtra informações.
- Convergência digital com novas tecnologias, redes sociais, marketing focado, marcas precisam ser transparentes.
- Movimento marketing cultural x propaganda tradicional (esse tem uma via só e é individual; o primeiro envolve a mídia social e é coletivo).
- Marketing tradicional fala dos benefícios do produto e o marketing cultural, dos valores da marca.


Vejam alguns cases interessantes do que estamos falando aqui:


- Apple = exemplo de comunidade única
- Cola Pritt = criatividade constrói pessoas
- True North = relevância cultural
- Earth Hour = milhões de mídia em cobertura gratuita
- Campanha Pepsi = faça download de sua idéia
- Sabra = experimente o produto


Veja mais cases aqui: http://peraltastrawberryfrog.tumblr.com/page/4

Questões relevantes na Mídia de Movimento Cultural:

1) Como está sua marca? É relevante? Cultura da marca liga as pessoas?
2) Catalizar isso na cultura das pessoas
3) Ative a idéia, não simplesmente anuncie (intervenções com a comunidade)
4) Anuncie esse movimento
5) Provoque as pessoas para entrarem nessa causa
6) Mensure o movimento e ligue as pessoas nisso


Gostei, concordo e acho plenamente viável. É uma questão cultural, inclusive, das empresas e dos empresários. E julgo que possa ser praticado por todas empresas, basta querer e estar disposto a muito trabalho. Sim, porque com certeza, dá mais trabalho do que anunciar na TV, no Jornal ou no Rádio. Tem mais elaboração, com certeza. E não impede que se faça o tradicional, claro que não: um pode complementar o outro.

E gerar ações genuinamente vindas das pessoas, para as pessoas. Isso é a melhor e mais completa comunicação.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Uma pessoa de História. Com HISTÓRIA




Vocês vão dizer que sou coruja, e etc e etc e tal. E sou mesmo. Mas tenho justificativa, ora bolas. Porque ela é o máximo, sabe? SANDRA HESS, MINHA MANA, é Jornalista, com Pós Graduação em História Comunicação e Memória do Brasil Contemporâneo, especializada e atuante em Assessoria de Imprensa, escrevendo para Jornais e Revistas do Estado. Atualmente, Assessora de Imprensa de uma Prefeitura do RS, Colunista e Repórter de uma excelente Revista de variedades do RS. Curiosa e observadora do Mundo.


Mas o que significa História?


História (do grego antigo historie, que significa testemunho, no sentido daquele que vê) é a ciência que estuda o Homem e sua ação no tempo e no espaço, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado. A palavra história tem sua origem nas “investigações” de Heródoto.

E prá quem gosta de História: http://www.sohistoria.com.br/

E qual a relação de História com a Comunicação?
Veja: http://www.youtube.com/watch?v=KOspn9tCsV4 e http://www.youtube.com/watch?v=7eaxsg5-lbY

E mais, que passa a fazer a história contemporânea: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3070383.xml&template=3898.dwt&edition=15673&section=129

Tudo isso prá dizer que minha irmã ajuda a construir a História, estudando ela, a História. Uma pessoa de história. Com HISTÓRIA. Minha Mana.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Conteúdo é a nova relevância e o luxo do lixo




Relevância (by Internet): supremacia, destaque, importância; que tem a ver ou está relacionado com o assunto em questão; que é importante ou tem importância; é uma característica daquilo que se dá importância, de grande valor ou interesse, aquilo que é essencial ou indispensável.

Bem, saber o que escrever, e escrever o que é relevante, será um dos grandes patrimônios da humanidade. Ao menos, dos que escrevem. E DOS QUE LÊEM O QUE SE ESCREVE.

Por que associei com o luxo do lixo?

Caminhamos para um futuro focando a sustentabilidade, algo que se fala tanto e que já ficou chato de tanto se falar. Porque isso é o mínimo que se deve fazer. Falar menos, fazer mais. Veja o que se fala:

Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, garantindo a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.

Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental. E mais aqui: http://www.wwf.org.br/

E sobre quem é exemplo de aproveitamento do lixo, tornando-o um luxo, veja: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/conteudo_246329.shtml

Ou seja, aproveitamento e reciclagem, são altamente relevantes. Logo, relevância deveria ser algo importante para muitas pessoas, embora o que seja relevante prá mim, pode não ser para outros. Acho que por isso, existem confrarias dos apaixonados por sei lá o que, que cativam uns, e não cativam outros.

Para Arthur da Távola (foi um advogado, jornalista, radialista, escritor, professor e político brasileiro), talvez essas coisas sejam relevantes:


Coisas que a vida ensina depois dos 40



Amor não se implora, não se pede não se espera... Amor se vive ou não.

Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.

Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.

As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.

Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.

Água é um santo remédio.

Deus inventou o choro para o homem não explodir.

Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.

Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.

A criatividade caminha junto com a falta de grana.

Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.

Amigos de verdade nunca te abandonam.

O carinho é a melhor arma contra o ódio.

As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.

Há poesia em toda a criação divina. Deus é o maior poeta de todos os tempos.

A música é a sobremesa da vida.

Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.

Filhos são presentes raros.

De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.

Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.

O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças... Não há vida decente sem amor! E é certo, quem ama, é muito amado. E vive a vida mais alegremente...


Para Dóris foi relevante escrever isso. Espero que para você, seja relevante, ler.


Mas a verdade é que, relevante prá você ou não, ter quarenta anos é legal. E o que não é relevante prá você hoje, pode ser amanhã. Como o lixo. Ou o luxo. Ou ambos, associados e completamente juntos.

EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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