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Coisas do mundo e conceitos da autora, que tem uma visão contemporânea do comportamento humano.

sábado, 24 de dezembro de 2016

E viva 2016. Mais ainda 2017


Então é Natal. Não.
E Ano Novo também. Sim.


Puxa. Mais um ano. Que graças a Deus, não é cubano. É humano. Sem fulano. Nem beltrano. É dos mano (e das mina, não rima).

Que o Natal seja diferente. De gente. Inteligente. Vivente. Presente. Não ausente.

E que o ano novo, esse meu lindo, seja como um hino, um ninho, divino. Menino.

Que acabe o Eita. Que não sejamos cegueta. E que o Brasil pare com essa pun.... EITA!


Façamos o bem, sem olhar a quem. Lá vem. Blém. Blém. 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Ciência e lógica são irmãs gêmeas e os absurdos nossos de cada dia

Realmente, a ciência e a lógica são manas. E na boa, como seria bom se as pessoas as usassem mais! EITA!

E ei: podemos ser emocionais mesmo sendo lógicos e cientistas. Menos achômetro e um pouco mais de método científico, que tal?

Talvez com isso teríamos um futuro menos incerto e iríamos rotular menos, que tal?
Vivemos uma época de muito establishment. E o que é? A ordem ideológica, econômica, política e legal que constitui uma sociedade ou um Estado. E OLHA SÓ:
E então existiriam menos defensores e seguidores de líderes que incitam tudo que nunca deveria ter acontecido e muito menos voltado ou acontecer novamente:
Aqui só ilustro alguns tiranos, até incrivelmente, populistas. E isso que nem estou ilustrando alguns outros, como um em nosso Brasilis, que já passou mas continua incitando pessoas a uma visão um tanto quanto estranha. O que deveríamos fazer?
E seríamos menos zumbis, cegos seguidores, acreditando sermos intelectuais imunes a essa manipulação muito bem bolada.
E pararmos de repetir coisas absurdas do tipo: “A Mídia é a culpada de tudo, especialmente a Globo”. Oi? É não, criatura. Existem muitas outras formas de nos manipularem.
A VERDADE É QUE, COM TODA CORRUPÇÃO QUE EXISTE PELO MUNDO AFORA, os políticos são o reflexo de nossa sociedade. É geral. Sistêmica e endêmica, a corrupção. E o animal que representa hoje os políticos, com todo respeito ao mesmo, é esse:
Hoje, vivemos uma época de terror. Que só pode ser combatido por ações anti-terror:
E tudo de bom e ruim, circula pela internet. Só que o ruim, mas muito ruim, circula pela internet obscura, ou profunda:
Nas últimas semanas, ouvi uma notícia que me estarreceu (eu já sabia, mas tomei um choque): a prisão de um grupo de neonazistas que estava recrutando jovens aqui no sul (RS). Só tenho duas frases para quem defende isso: Verlieren ist mit ihnen. Du bist ein idiot. Afinal a divisão, a xenofobia, é uma linha imaginária na cabeça de seres realmente doentes. Que querem um mundo ideologicamente “perfeito” segundo seus critérios absurdos, limitantes e ridículos. E SIM, VIVEMOS ISSO AQUI NO SUL, MINHA TERRA ORIGINAL. Triste. E separatistas, vocês têm uma proposta xenofóbica, não lhes parece? Se liguem.
Por isso, o que você deve lutar contra, de uma forma inteligente: racismo, machismo (sendo que o feminismo extremado também é limitante e dogmático), preconceito pela orientação sexual, entre outros, que podem surgir a cada dia.
E tudo isso, dentre outras formas, pode ser incitado sim, pelo fanatismo religioso:
E pelo fanatismo político. Nem “Volta Lula e Dilma”, e nem “Intervenção militar”:
E dos absurdos de nosso tempo, NOS ÚLTIMOS TEMPOS, foi a defesa de um deles. A defesa desse senhor. Encontrei um texto que ilustra um pouco tanto do que sinto a respeito. Transcrevo parte do texto:

Você perderia tempo dialogando com um defensor de Hitler, caro leitor? Não seria um tiro no pé, uma perda de tempo, um atestado de sua própria irracionalidade, uma vez que do outro lado há alguém indisposto a pensar, defendendo um monstro assassino?

João Pereira Coutinho, em sua coluna na Folha, constata que o mesmo vale para defensores de Fidel Castro, o tirano comunista que morreu recentemente. Como no filme “Feitiço do Tempo”, com Bill Murray, aquele que insiste em debater com um defensor de Fidel está preso no passado, incapaz de seguir adiante. Diz Coutinho:

E, nos dias que sucederam a morte, lá veio o cortejo de delírios e falsidades. Fidel, o resistente. Fidel, o anti-imperialista. Fidel, o herói. E a pureza do ideal, e mais isto, e mais aquilo.

Sem esquecer as “estatísticas”: aqueles que desprezam o sucesso econômico de Pinochet no Chile (e muito bem: um ditador é um ditador) gostam de falar de saúde e educação em Cuba (que, aqui entre nós, é mais mito que realidade).

Mas o mais estranho não são os elogios a Fidel. São aqueles infelizes, como eu, que sentem uma vontade instintiva de tentar expor a sua monstruosidade. Os fuzilamentos. Os naufrágios. Os presos políticos. A miséria insuportável. O bordel a céu aberto em que a ilha se tornou. E, depois, a pergunta angustiada: como é possível tolerar tudo isso? Branquear? Fazer de conta?

Entram as explicações – e Nelson Rodrigues, que escreveu a respeito antes de nós, só via duas hipóteses: idiotia ou canalhice. Tinha razão. E, se tinha razão, a pergunta fatal: para que perder tempo com idiotas e canalhas?

Boa pergunta. Aos “moderados” que alegam que devemos respeitar quem “pensa” diferente, Coutinho rebate de forma direta e fulminante: não é “pensar diferente” quem prega o fuzilamento do adversário. Não é mais diálogo quando acaba em pelotão de fuzilamento, em paredão.

Ninguém “respeitaria” o nazismo, então não há motivo para respeitar o comunismo. São ambos o oposto do diálogo civilizado, do debate de ideias, do respeito ao contraditório. São a própria barbárie. Continho conclui: “Em 2016, argumentar com um defensor de Fidel é uma degradação do nosso intelecto e da nossa dignidade. É como levar a sério um demente que acredita ser Napoleão”.

Debater com malucos denota certa maluquice do próprio debatedor. Coutinho está certo. Mas eis o ponto: quando falo de Fidel, não estou nunca a debater com comunistas que defendem o assassino, e sim tentando mostrar aos neutros o que é o comunismo na prática e como seus adeptos abandonam qualquer critério lógico e moral para defender o indefensável.

Olha o que Edmund Burke falou:
Amei esse cara, veja mais sobre ele: https://direitasja.com.br/biografias/b/edmund-burke/

PS 1: Acho surreal que algumas personas tenham gerado stress nas redes sociais em função da foto do Moro rindo ao mesmo tempo que Aécio. Ou com ele, não importa. Quem fez a foto até entendo: julgou que teria "o furo do ano", com ela. E teve o que queria: polêmica. Até aí, OK. O que não entendo, é alguém se "pilhar" com isso. Por isso, sugiro a leitura desse ilustrativo texto. Com ele, acho que fica tudo explicado. Ainda, poderemos encontrar alguém que faça "tradução simultânea". Porque o desenho (em figuras), já foi feito.

Tem coisas, que nem a Philco faz por você. Só rindo, mesmo. Ah, veja isso, não deixe de ler: http://sensoincomum.org/2016/12/07/10-fatos-foto-sergio-moro-aecio/

PS 2: Vamos parar de procurar pentelho em ovo. Isso não é uma competição, crianças.

E nunca, nunca seja isso:

De onde eu vim


Em 5 segundos: Qual a palavra que lhe define?

Responda para você mesmo, mas se quiser experienciar com alguém, fique bem a vontade.

A questão é: você se conhece? Qualidades e não qualidades?
Sabe seus limites? Conhece sua força?
Tem coerência com aquilo que pensa e faz?
E principalmente: qual a prova que você tem que NÃO VEIO AO MUNDO A PASSEIO?

Quer se conhecer mais? Indico:


PS: Esses da foto inicial desse texto são os lindos mais lindos da minha vida. Adivinha quem?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Eu amo meus sobrinhos e nossos pequenos


Sabe quando você ama muito alguém que não é seu filho, mas é quase como se fosse? Sim, sobrinhos. E talvez nem todos sintam o mesmo. Não é obrigatório que todos os tios e tias sintam a mesma coisa. Não se martirize se você não o sente, ou se você teve ou tem tios e tias que não são lá essas coisas. A vida não é uma regra estanque, em termos de sentimentos. Tudo é uma construção das relações, já falei isso umas trocentas vezes. Ah, “trocentas” é palavra que não existe, ou existe só no dicionário coloquial, tá ligado? “Tá ligado” também é uma expressão que não... ah, deixa prá lá. Ou PARA lá.

Obras do meu sobrinho mais old

Voltando aos sobrinhos, eles são presentes. Lindos e demais. Sim. Fatíssimo caríssimo importantíssimo.

Amo ser tia. Amo meus queridos. Amo muito.

E espero fazer justiça à honra de ter essas pessoas lindas na minha vida. Devo isso aos meus irmãos, que amo em primeiro lugar, meus quase filhos que hoje quase se tornaram pais (sou a tia “ovelha negra da família”, a mais rebeldezinha apesar de ser a mais velha, veja só)

Nicolinno. Olivetto.
Um que não é pepino.
Outro que não é graveto.

Das várias aventuras de meus nem mais tanto, pequenos

O que fazemos ou deixamos de fazer para as crianças é o maior presente.

Separações maduras

Pais: sejam responsáveis. Vocês se separaram da mãe, não dos filhos.

Mães: não usem a relação com o ex como moeda de troca.

Porque falo isso? Ainda vivemos uma grande maioria de casos de separações familiares onde as crianças moram com as mães.

Adultos sejamos. E vamos lembrar da importância de nossas atitudes na vida dessas pessoas que são exatamente isso: pequenas pessoas.

Gerando mimadex

Pare de mimar pessoas. Você não as está ajudando, pode crer. E está fazendo uma atrocidade ao mundo. Criando párias arrogantes.

Crianças precisam de limites, fique ligado na educação francesa, que impõe esses limites. Com perdão a visão do “Vamos dialogar”, mas tem coisas que não se pergunta a uma criança, manda-se nela. Afinal, ela não tem ainda o discernimento necessário para tomar certas decisões, não concorda? Que tal? Opa, não deveria perguntar tanto. Ou sei lá, entende? Hellozinho.

Vejam textos de apoio a education, please:







Campanha do Boticário Natal 2016: https://www.youtube.com/user/boticario

E por que do plástico-bolha, no início desse texto? Bem, quer que eu lhe mostre? Ele nos torna crianças de novo, não concorda? Veja: https://www.youtube.com/watch?v=1YsGFY0Fci4

EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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