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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Trocando o sangue e feng shui interior




Estamos numa época de SAÚDE 10 e EU QUERO SER JOVEM PRÁ SEMPRE. Se for de forma sadia, onde a mente acompanha legal o corpo, acho show de bola, e dou total apoio.

Olha o que achei: uma vertente da medicina ortomolecular realiza um tratamento a base de ozônio, que limpa o sangue. Veja mais aqui: http://odia.terra.com.br/portal/diversaoetv/html/2010/1/doce_vampiro_60322.html

E ainda, prá ajudar o corpo, “limpe” a mente. Achei tão interessante o assunto Feng Shui Interior, que transcrevo o que recebi por email (não sei a fonte original, e dei umas mudadinhas em erros de português e outros, that's right?):


A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização. A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.


De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.


Para evitar tudo isso fique atento às OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:


1. Jogue fora o jornal de anteontem.

2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.

3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.

4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora.

7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.

8. Mude atitudes pessoais capazes de esgotar as suas energias (evite a crise energética pessoal), a citar:

8.1. Maus hábitos e falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

8.2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

8.3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando as energias que alimentam o prazer, o sucesso e a felicidade são gastos na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energias, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energias e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

8.4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “Bons tempos aqueles!”, costuma-se dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto àqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

8.5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica “energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

8.6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

8.7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos. Mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8.8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro escape de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “Você não me terminou! Você não me terminou!”. Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina, ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da determinação fará com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

8.9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.


Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo. Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.


A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como:
- a falha de memória (o famoso “branco”);
- o cansaço físico;
- o sono deixa ser reparador;
- a ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas;
- a prosperidade e a satisfação diminuem;
- os talentos não se manifestam mais por falta de energia;
- o magnetismo pessoal desaparece;
- o medo constante de que o outro o prejudique;
- o aumento da competição, do individualismo e da agressividade.


Como é mais fácil trocar o sangue do que trocar a mente comece a mudar primeiro, em sua mente.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Eu vejo você (posso adicionar você?)





Estamos numa época de valores cada vez mais $$$$$$. Ou não seria assim? Bem, eu sempre fui daquelas mais otimistas, apesar de realista. Percebo um mundo sim, com valores distorcidos em muitos aspectos, mas por outro lado, percebo pessoas cada vez mais envolvidas com o bem, com o lado que chamo ALOHA NAMASTÊ (quem me lê, já viu minha definição prá essa expressão conjunta criada por euzinha).

Acredito que existam cada vez mais pessoas querendo ver a essência das coisas, situações ou seres, querendo ver a sua alma. Por isso, o “Eu vejo você” do filme AVATAR (de novo, quem me lê, sabe que já escrevi sobre o filme), tem sido cada vez mais uma prática, uma busca para percebermos o que existe por dentro de tudo, a essência. A alma das marcas, das pessoas, dos lugares, das situações. Acredito na força e amplamente superioridade do bem.

E a internet, nisso tudo? O que tem a ver? E a quantidade de redes sociais? Seria a busca de mais amigos? E seriam amigos de fato? Fidelização e burburinho para a marca? Confiança em pessoas/personalidades? Como é isso?

Como é não sei, mas tenho minhas opiniões, opiniões. Vou levantar três variantes sobre o assunto redes sociais:

1) Sempre mais e mais amigos: Sabe, sempre tive minhas convicções com relação a adição de amigos via redes sociais. Popularidade se mede pela quantidade de amigos no Orkut, Facebook, Twitter e tantas outras redes? Aqueles números lá... são de amigos mesmo? Bem, cada um com seus critérios. Mas Robin Dunbar, antropólogo da Universidade de Oxford, fez uma pesquisa e concluiu que 150 pessoas é o máximo que o cérebro consegue administrar (e possivelmente, dar atenção). Veja mais: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/150-amigos-e-o-limite-nas-redes-sociais-25012010-18.shl

2) Redes sociais nas empresas: proibir ou não? Bem, na opinião de Dóris (minha), acho que tudo que é em excesso, pode corromper a ferramenta, ou seja, tem que impor limites de tempo de uso e finalidades, criando-se um propósito, uma ação específica. E que esse objetivo da empresa, com o uso das redes sociais, fique bem claro a todos que a usarem. Cabe coerência por parte do usuário-colaborador e controle coerente por parte da empresa, mas nunca bloqueio ou proibição. Veja o que opinam alguns consultores:
http://www.administradores.com.br/noticias/e_proibido_proibir_as_redes_sociais_nas_empresas/29974 e http://www.administradores.com.br/noticias/redes_sociais_usar_ou_nao_usar_eis_a_questao/30185

3) Sucesso on line: personalidades em geral e políticos, conseguem gerar seguidores de fato e passar confiança através das redes sociais? Bem, para Alex Primo, um dos grandes especialistas em redes sociais, nem sempre. Ele falou que “Todos os candidatos irão ter sucesso no Twitter? Evidentemente, não. Hoje, o eleitor é diferente, ele acompanha, segue, conhece as estratégias. Ainda que alguns caiam no conto do vigário, outros são mais críticos.” Veja mais: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2815961.xml&template=3898.dwt&edition=14152&section=1007

Mas a verdade é que a gente não dá conta! Recebo todos os dias, mais e mais convites para novas redes de relacionamento.... e só participo de três (só?????).

E a privacidade da gente, fica onde? Daqui a pouco, só porque você é médico, não pode fazer tal coisa... ou porque é artista, publicitário, jornalista, pedreiro, escafandrista... puxa, mas e a nossa privacidade, vai prá onde, mesmo? Porque nos expomos ou somos conhecidos por uma determinada profissão, precisamos ser perfeitos em tudo?

Bem, tá certo que somos ou podemos ser exemplos, isso é fato. Mas gosto também do pensamento do Morgan Freeman (o ator americano): “Aceito ser um ator importante. Ser tido como importante em outras esferas da vida — isso não. Veja a celeuma em torno das infidelidades de Tiger Woods. Ele é um jogador de golfe, não um pastor. Ser um negro de sucesso automaticamente o torna um modelo de comportamento e autoriza que o julguem? Creio que isso está errado.”

Hello. Veja a alma das pessoas. Mas não cobre delas, comportamentos exemplares só porque elas são artistas ou professores, ou seja lá o que forem. E valorize, de alguma forma, a privacidade. Participe de várias redes sociais (eu mesma, o faço), mas saiba que não é legal você fazer algo só porque a sociedade impõe, ou porque seu grupo/amigos tem cada um 3 perfis no Orkut com 1.000 amigos cada um. Definitivamente, quantidade não quer dizer nada, nesse caso. Ou nada necessariamente de super bom ou super popular.

Não adicione todos, o tempo todo. A não ser que você consiga adicioná-los também, na vida real. Ou não, sei lá. Se preferir, faça número, e tenha diversos seguidores que você nem sequer imagina quem sejam. Ou não. Mas mais real que tudo, é ver você como você é, de fato. E mostre isso prá quem você quiser mostrar, prá quem de fato, vale a pena na sua vida.

Pense mais como avatar, nesse caso: VEJA por dentro. Não adicione, somente. Se você adicionar sem critério nenhum, vai começar a adicionar “corpos”, somente. Sem alma ou cérebro que você conheça.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

MARCA, abrace o consumidor




Andei pensando melhor e fiquei com uma dúvida... será que as marcas estão mesmo na cabeça do consumidor? Ou seria melhor assim, veja só: o consumo está na cabeça de quem consome. E a marca está no corpo de quem consome, “abraçando” esse consumidor. É prá se pensar... eu acredito que sim.

Hábitos de consumo devem nortear todas as análises para a comunicação. A forma como se consome e o que se espera do consumo são mais definitivos que o próprio poder financeiro do consumidor. Porque o varejo pode sim, gerar facilitadores de consumo, embasados no sistema financeiro, em financiamentos e consumo à prazo.

O x da questão é entrar no porque do consumo, lembrando que as pessoas consomem para suprir expectativas de vida. Somente assim poderemos chegar o mais próximo da fidelização de consumo. Se é que existe fidelização de consumo. Acho que já foi assim, e cada vez mais, é menos assim. Entendeu?

Na real, estamos numa época (e cada vez mais, será assim), em que pessoas não são fiéis a marcas somente por serem, são fiéis aquelas marcas que são fiéis a SEUS propósitos, que facilitam o seu consumo. E isso é o que as deixam felizes. E consumidores felizes, são mais “fidelizáveis”.

A fase dos por quês do consumo? Sim, é isso mesmo, os motivos da compra. Claro que cada grupo de consumo tem hábitos diferentes, e outro ponto importante, é conhecer quais as expectativas, quais esses “por quês” de cada compra. De cada grupo de compradores.

E outro ponto: pessoas trabalhando, consomem mais. Seria por isso que o varejo anda fazendo até seguro contra perda de emprego, e outras coisas do gênero?

Olha o que um estudioso do assunto consumo e consumidor têm falado:

Bolso de classe média... mas cabeça de baixa renda” e “É um crescimento sustentável ancorado no trabalho” (by Marcelo Néri, economista da Fundação Getulio Vargas). Veja mais: http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/zhdinheiro/19,0,2802029,A-vez-da-classe-C-32-milhoes-de-brasileiros-realizam-sonhos-de-consumo.html

Acredito que essa matéria, chamada HÁBITOS DE CONSUMO, envolve uma discussão sem fim e que acompanha a história, o nosso tempo. Ou todos os tempos. Hábitos de consumo sempre serão contemporâneos, do tempo em que se vive. Por isso, estudar e debater o assunto, para nós, profissionais de comunicação, é algo sem fim. Com começo e meio, mas interminantemente, sem fim. Com eternas pesquisas, análises e planejamento de ações. Para se chegar o mais perto possível, da cabeça das camadas de consumo ao qual uma marca possa desejar.

Por isso, abraçar o consumidor, a cada dia, de forma aconchegante e verdadeira, é vital para a existência de uma marca. Palavras ditas e não sentidas, não convencem mais. Abrace a causa, se você for marca. E toda empresa, produto ou serviço, acima de sua “coisa” tangível, é uma marca. O que abraça o consumidor é exatamente isso: a marca. Que só se torna tangível para o consumidor, quando o abraça.


Abraçar gera mais comprometimento do que só xavecar com beijinhos.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Liderança e os 04 elementos




A Síndrome do “eu sou o rei” ou pessoas que precisam de súditos. Um dos males do século. E qual a relação da liderança e dos 04 elementos? Você já vai entender.

Tem gente que não merecia estar nesse mundo. Definitivamente, o que faz de mais útil, é mandar. Mas ei, até para mandar, você tem que saber mandar. Não ser arrogante, e não implorar. Essa é uma mescla interessante... e difícil. Uma habilidade que algumas pessoas, não tem. Conheço algumas... e prefiro não citá-las. Porque não sou mazinha, tá?

Mas cada um de nós deve conhecer algumas. Uma lista enorme, com certeza. E infelizmente.

Nossa, e como tem gente assim. São pessoas arrogantes, que usam do poder que tem, seja por cargo/família ou dinheiro. Mas lembrem: títulos e dinheiro são efêmeros. O que a gente é por dentro, isso é prá sempre. E ninguém muda.

Cara, isso é incrível. Que existam pessoas que não “se tocam”, não percebam isso. São inconvenientes... desrespeitosas, arrogantes e até mesmo, nojentas. Ui.

Na real, liderança é uma arte. Não é prá qualquer um. Andei pesquisando, e deixo aqui algumas dicas de sites especializados:

http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Artigo/5960/lideranca-nas-organizacoes.html

http://www.fiescnet.com.br/senai/conhecimento/arquivos/anais/DraAline/AImportanciaDoPapel-PatriciaMiranda.pdf

Liderar sem arrogância e trabalhar em equipe é como os 04 elementos: um depende do outro, e um não vive sem o outro. E cada qual, a seu tempo: terra, fogo, água e ar. Liderança compartilhada.

Terra: Envolve a capacidade de lidar com os aspectos materiais e concretos da vida e das situações.

Fogo: É a intuição ou a capacidade de antecipar o futuro através do entendimento imediato ou não de qualquer situação. Está ligada a evolução e mudanças.

Água: Ligado a sentimentos e emoções, maior ou menor capacidade de envolvimento com pessoas, ambientes e atividades.

Ar: Atuante na capacidade intelectual, ordenação mental e aprendizado, em atividades intelectuais e capacidade de se relacionar. Envolve as idéias, o planejamento.


Como curar a síndrome que falei acima, a do "eu sou o rei” (claro que também pode ser rainha...)? Simples: o antídoto está em termos menos súditos e mais equipes, mais parceiros de ações, mais pessoas envolvidas em fazer a coisa acontecer. Aí, quem manda é quem melhor faz. E existirão mais líderes que acima de planejar, sabem também colocar a mão na massa. Ou se não colocam, ao menos respeitam aqueles que colocam. Fazer e fazer acontecer é mais importante que mandar fazer. Não mandar por mandar, mandar como mandão. Como mandona. Ou porque “eu sou o chefe”. Ou porque “eu sou a dona.” Somos chefes e donos temporários. Sempre, nada é para sempre.

EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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