O que você encontra aqui?

Coisas do mundo e conceitos da autora, que tem uma visão contemporânea do comportamento humano.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O poder está com as pessoas e Slutwalks




Será? Pois eu vi “dias desses”, a seguinte notícia:

Após proibir no mês passado a entrada de crianças menores de seis anos, o proprietário do restaurante McDain´s, Mike Vuich, disse que o movimento no estabelecimento aumentou em 20%, segundo reportagem da emissora de TV “WPXI”. Vuich tomou a decisão por conta do barulho feito pelos pequenos. Em uma mensagem enviada aos clientes na época, ele informou que não era possível controlar o barulho das crianças e, muitas vezes, isso estava perturbando outros frequentadores do restaurante. É mais atitude assim que a gente precisa no segmento, não atitude contra crianças, atitude de se posicionar no mercado. Assim como existem restaurantes vegetarianos e churrascarias mais do que justo restaurante que não aceita criança.


Tá bem. Mas sou conta ou a favor, afinal? Não se trata de um ou outro. São questões, é o mundo, é a vida. Sempre existirão os felizes, e os não tão felizes. Por incrível que pareça, em tudo, tudo mesmo, existem duas opiniões. E isso, ás vezes, é dilacerante. Muito LOKO.

E você ouviu falar da “Marcha das Putas”? SLUTWALKS! O que é:

Depois da polêmica no Canadá, a “Marcha das Putas” ou "Marcha das Vagabundas" (SlutWalk) chamou a atenção do mundo todo e, depois de passar por Argentina, Estados Unidos, Inglaterra, Holanda e Nova Zelândia, passou por São Paulo.

Tudo começou com um comentário de um policial canadense, que disse que os crimes sexuais acontecem porque as mulheres se vestem como vagabundas.


Mas seria esse o motivo verdadeiro dos estupros e abusos sexuais? Não, poooooor favor. Falta segurança nas ruas e mudança de ATITUDE. Sinceramente, pensar que o jeito de se vestir estimula o estupro é o mesmo que dizer que ladrões têm que roubar dos ricos, porque os ricos usam roupas de griffe e carros luxuosos. Você concorda com isso? Ah, tá, então tá: deixe sua Ferrari na garagem que o ladrão não rouba você. Não provoque o ladrão, onde já se viu? Heloooooo! Se liga, no way, como já dizia um amigo meu. Esse não é o caminho da cura.

A contemporaneidade nos leva a caminhos antes não imaginados. O que pode ser esdrúxulo, louco, maravilhoso e surreal. Para o bem, para o mal, sei lá. Mundo louco. Mundo de gente que não pensa, ás vezes. E ás vezes, não pensa o tempo todo.

O título do meu texto foi baseado em Marc Gobé (especialista em marcas), que falou “O poder está com as pessoas”. Veja excelente entrevista que ele deu a ZH/DINHEIRO online, em 17/04/2011:


Francês radicado nos Estados Unidos há mais de duas décadas, Marc Gobé tem se destacado como criador do conceito de emotional branding, segundo o qual uma marca deve ser construída estabelecendo uma ligação mais próxima com seu público. O livro que leva o mesmo nome do conceito defendido por Gobé se tornou um best-seller, traduzido em 17 idiomas. Também cineasta e designer. Acompanhe:


Zero Hora – O senhor defende a ideia de que uma marca deve funcionar como uma forma de expressão. Como uma empresa pode fazer isso na prática?

Marc Gobé – Quando compramos algo, é basicamente por razões emocionais ou por instinto. Ao comprar uma roupa, você a escolhe por que quer dizer algo a seu respeito. Às vezes, você quer mostrar poder, estilo, apoio a uma causa ou simplesmente quanto dinheiro você tem. O ato de compra é emocional porque diz aos outros como nos vemos e como queremos que nos vejam. Quando as marcas percebem que as pessoas buscam objetivos maiores com a compra, podem definir estratégias para atingir as reais expectativas dos consumidores.

ZH – Para isso, é necessário que uma empresa saiba exatamente o que seu público deseja.

Gobé – Esse é o ponto onde tudo começa. É preciso estar bem próximo dos seus consumidores e ouvir o que eles querem. As mídias sociais oferecem excelentes ferramentas para as empresas criarem comunidades e fazerem pesquisas. Mas nem todas as respostas virão dos consumidores. Às vezes, visionários como Steve Jobs podem criar produtos que nós nem imaginamos. Eles podem criar novas demandas porque nos ajudam a ver a vida de um jeito diferente.

ZH– Com a internet, a troca de informações entre consumidores é muito rápida. Os próprios usuários podem recomendar alguns produtos ou, ao contrário, criticar o que não gostaram. Como essa nova realidade afeta as empresas?

Gobé – É uma revolução. Quando a TV era o principal veículo de comunicação, o marketing era muito impositivo. Esse marketing foi substituído por outro, no qual os consumidores vendem os produtos uns aos outros, dividindo experiências nas mídias sociais. E as empresas não têm controle sobre isso. Não podem mais alegar algo que não é verdade. O poder está com as pessoas. As marcas têm de se adaptar e se tornar mais abertas. Conseguir se engajar nessa mudança é algo muito difícil para a maioria das marcas.

ZH – As empresas que não prestarem atenção ao que as pessoas falam sobre suas marcas na internet estarão fora do mercado?

Gobé – Quase 40% das pessoas no Twitter ou no Facebook falam sobre marcas. Então, as empresas precisam entender o que estão dizendo sobre elas, por que dizem e para quem. A maioria das marcas está muito atrasada em relação a isso porque o marketing tradicional e a construção tradicional de marcas não são uma conversa. Eles têm mais a ver com ditar às pessoas o que elas devem comprar ou não.

ZH – O senhor diria que as marcas tradicionais ainda não despertaram para as mídias sociais?

Gobé – Elas ainda não entenderam as novas mídias. Continuam tratando o Twitter e o Facebook como se fossem a nova televisão. É preciso entender que a internet é um espaço de conversação, de compartilhamento. Se as pessoas não compartilham a informação que você coloca na rede, não importa quanta gente a viu. Se não compartilham o que você oferece, você não irá a lugar algum.

ZH – Quais empresas fazem um bom uso do emotional branding?

Gobé – Twitter, Facebook, Google, Apple e outras empresas de internet. Em lugar das míticas marcas tipicamente americanas, como, digamos, Coca-Cola ou Levi’s, as marcas com as quais as pessoas realmente se importam hoje são de companhias ligadas à web. Por quê? Porque essas marcas estão, de fato, mudando o mundo. Veja tudo o que aconteceu recentemente no norte da África (revoluções populares no Egito e na Líbia). Isso só foi possível por causa do Twitter e do Facebook.

ZH – E no Brasil, há algum bom exemplo de emotional branding?

Gobé – Acredito que a Natura é um forte exemplo de emotional branding. (A marca) Havaianas também conseguiu uma boa notoriedade no mundo. Algumas marcas globais poderão ser criadas explorando essa nova imagem positiva do Brasil.

ZH – Uma cidade também pode usar o conceito de emotional branding para se promover?

Gobé – Sem dúvida. Cada vez mais, os centros de poder da economia não serão mais os países, mas as cidades. Hoje, tanto faz para uma companhia estar em São Paulo, Londres, Nova York ou Tóquio. As principais cidades do mundo estão disputando entre si para atrair as melhores marcas e empresas. E isso só se consegue pela construção de um ambiente que seja estimulante e faça as pessoas terem vontade de estar na sua cidade. São Paulo está se posicionando como um lugar positivo para a inovação. Paris está tentando reconquistar a simpatia de seus cidadãos remodelando a paisagem, criando praias. A imagem de uma cidade não vem de um novo logotipo ou uma campanha publicitária, vem do investimento para criar boas experiências para quem vive nela e para quem você quer que venha a morar.


É Marc. Como profi de marca, concordo com você, queridão. As pessoas realmente estão com o poder. O que não aprenderam, porém, é a lidar corretamente com esse poder. Hello. E quanto a isso, são um tanto quanto crianças. Kids have the Power. Or not.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Aluno nota 10. Dez da vida



Aluno é um ser estranho. Sabe, people, eu já fui e de vez em quando sou de novo. Aluna. E agora, profe também. E desde os tempos de aluna, sempre achei aluno um ser estranho. Reclama na maior parte do tempo. Chatinho, tipo isso.

Mas ei, não são todos! Tem aqueles que a gente tem vontade de levar junto com a gente, nas empresas que trabalha, nas viagens, na vida. Tem aluno que dá vontade de puxar prá cima, de valorizar, de indicar. Tem aluno dedicado, show de bola. Com bom caráter, com valores, festeiro e feliz, mas responsável e dedicado. Não baseado nos outros, estudioso e comprometido. Que não reclama dos trabalhos, e vai lá e faz acontecer. Não é preguiçoso ou inventa desculpa a todo tempo. Que argumenta, que não é covarde porque encara os desafios, e não fica reclamando “por trás”. Ou com aquela cara de “Jesus, me leva!” Maduro sem ser velho. Aliás, aqueles que se acham os “reis da cocada preta”, geralmente são os mais complicadinhos: são “Sisi” (se acham), arrogantes, bobinhos, imaturos e... burrinhos. Sim, tem muito aluno que disfarça a falta do raciocínio e do pensar, com críticas e picuinhas bobas, da escola, dos professores, dos chefes, dos pais, do seu cachorro de estimação, do namorado, da namorada, do mundo, aliás. Alunos assim, como os das últimas descrições que fiz, são também os piores executivos do mercado: algumas vezes “se dão bem”, mas ATÉ que surge um chefe do bem, bom caráter, que não admite gente assim.

Porque sempre tem que estudar; em algumas disciplinas mais, em outras menos, mas sempre tem que estudar. Mesmo aquele que acha que tudo sabe, sempre precisa estudar. Nem que seja prá reforçar o que sabe. A gente aprende mais, estudando.

Tive alunos que compreendiam completamente a disciplina, e apesar de super inteligentes, estudavam prá caramba. Alunos que são excepcionais profissionais, de eficácia e de atitude. Gente valorosa, de caráter. Gente necessária ao mundo.

Já nos tempos de aluna, sempre procurei ser amiga e parceira dos profes. Em qualquer fase: segundo grau, facul, pós, MBA... sempre estive ligada que professor é gente, erra e acerta, como a gente. Mas nunca reclamei deles, a não ser em casos muito graves (o que nunca aconteceu). Sempre procurei levar uma relação de amizade com eles. Claro, a gente sempre tem afinidade maior com um ou outro, é fato. Mas faltar com o respeito, ficar avacalhando, só mostraria a MINHA deficiência. De caráter, inclusive.

Ás vezes, o melhor presente a um aluno poderia ser... um espelho, que tal?

E creia-me: tem muito aluno que só quer saber de diploma. Não é a toa que tem tanto empresário, o tempo todo, reclamando da falta de qualificação que anda solta no mercado. Muita gente com diploma, mas com qualificação... eita, deixa prá lá.

Ah, e please: não venha usar o argumento que “Vamos dar um desconto, é jovem demais.” Não tem essa, de jovem demais. Somos o que somos desde cedo. Caráter não muda com a idade. Porque tem gente madura aos 17, e completamente "fora da casinha" aos 30. E segue assim aos 40..... e não muda.

Tem uma estorinha que circula na internet (autor desconhecido), e a transcrevo aqui:


Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu? Que nada. Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei. Veja o que ele disse: “Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”, disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou ”Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume, são medíocres e passam pela vida sem deixar algo de útil. O interessante é que esta percentagem vale para todo mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula”.

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não tem como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo o que fazemos, se não tentarmos fazer em tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.



Alguém um dia achou que “bonito” era ser o rebeldinho na escola, o “mister reclamation”. Bonito é dedicar-se, estudar prá caramba, e se “dar bem” na vida a base de muito esforço. Esse é o maior exemplo. Essa é a melhor turma. A turma dos alunos nota 10 na vida. Não só na nota, mas na atitude 10.

domingo, 18 de setembro de 2011

Vaidade familiar X Pontes para o mundo

 

Gente, educar é algo dificil. Uma habilidade. Nada fácil. Porque não se pode pensar somente na nossa “vaidade familiar”, como chamo a atitude de educar “prá dentro do umbigo”. A verdade, não esqueça, é que não educamos crianças para conviverem somente em suas respectivas famílias. Educamos PESSOAS para conviverem no MUNDO, e de fato, fazerem a diferença nesse mundo. E que seja uma diferença para o bem, de preferência.
 
Uma diferença BOA. BOA E DO BEM E PARA O BEM.
 
E para colaborar na transformação de pessoas éticas e especiais, não adianta somente falar coisinhas bacanas, não. A gente precisa estimular as boas atitudes e demonstrar aquilo que de fato, tem resultados coletivos. Menos egoísmo e mais comprometimento
 
Veja o texto abaixo, que fortalece esse meu posicionamento:

ELOGIE DO JEITO CERTO (por Marcos Méier (*))

Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.

O grupo A foi elogiado quanto à inteligência:
- “Uau, como você é inteligente!”
- “Que esperta que você é!”
- “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!”

E outros elogios à capacidade de cada criança.

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço:
- “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”
- “Menino, que legal ter visto seu esforço!”
- “Uau, que persistência você mostrou.
- “Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!”

E outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.

As respostas das crianças surpreenderam.

A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar.

Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois, isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas.

- “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”.

As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois, mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado.

Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seria aprovado e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

No entanto, isso não é tudo.

Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, “feedbacks” e incentivos ao comportamento esperado.

Nossos filhos precisam ouvir frases como:
- “Que bom que você o ajudou... Você tem um bom coração”
- “Parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo… Você é ético”
- “Filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram… Você é solidária”
- “Isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal... Você é um bom amigo”.

Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual:
- “Que linda você é, amor”
- “Acho você muito esperto meu filho”
- “Como você é charmoso”
- “Que cabelo lindo”
- “Seus olhos são tão bonitos”.

Elogios como esses NÃO estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.

Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois, cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostram vigor, pois, se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.

(*) Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Massacre alunos do Rio e massacre na Noruega




Massacre 1: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5053315-EI17958,00-Veja+a+carta+deixada+pelo+atirador+antes+do+massacre+na+escola.html

Massacre 2: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/07/acusado-de-massacre-na-noruega-atacou-islamismo-na-internet.html

O que falar sobre a barbárie humana? Tristeza profunda. Pobreza da alma, profunda. Um minuto de silêncio:

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Palavras, muitas vezes, são desnecessárias.


Mas por que, afinal, o ser humano pratica esse tipo de coisa? O que acontece com a cabeça de pessoas assim, os que se intitulam “salvadores da humanidade”? O que eles acham que são, os “faxineiros morais” do mundo?


Loucos de plantão. O pior, é que esse tipo de louco, parece amplamente, normal. Na real, porque a gente não presta atenção aos sinais. Sim, eles devem existir. Os sinais. Porque afinal, pessoas assim sempre foram “estranhas”. Não diferentes. Estranhas. Talvez a gente só precisasse ter prestado mais atenção a eles. E quem sabe com isso, poderíamos evitar massacres desse tipo. Imbecis massacres.


Fiquemos atentos.


Pessoas assim podem estar onde menos imaginamos. Até mesmo, bem perto da gente. Tentando sair por detrás de um olhar “meigo”.


Criadas por uma sociedade doente. E cada um de nós, tem sua parcela de culpa.


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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O amor está no ar. Quase sempre




O amor está no ar. O tempo todo e a todo tempo, infelizmente, não. Mas tem gente muito criativa, show de bola. Que assume o que realmente quer externar ao mundo. Cito 2 exemplos:

1) Os namorados que se beijaram em meio á barbárie:


Da Internet:

A foto de um casal beijando-se em meio a um distúrbio envolvendo policiais e torcedores em Vancouver, no Canadá, ganhou repercussão global em meios de comunicação e redes sociais, alçando os protagonistas da cena inusitada ao posto de celebridades instantâneas. Alexandra Thomas, ex-estudante da Universidade de Guelph em Ontário, e o australiano Scott Jones, morador de Perth foram flagrados pelo fotógrafo Rich Lam, da agência Getty. A imagem mostra um contraste tão surpreendente entre a violência do confronto entre torcedores e policiais da tropa de choque e a intimidade do beijo do casal, que muitos suspeitaram que tivesse sido montada. Procurados por canais de televisão e sites, o casal tem se mantido recluso. Em sua única e breve entrevista, Alexandra disse que inicialmente não acreditou que seria ela e Scott na foto. Jones foi reconhecido por seu pai, Bret, e explicou que tentava consolar a amiga, que chorava inconsolável, depois de ter sido empurrada por policiais no confronto.


"Scott estava deitado junto dela e só tentava consolá-la e, ao fazê-lo, a beijou na boca para acalmá-la, dizendo que tudo ia ficar bem", contou o pai do jovem. Segundo ele, o casal, que havia assistido à partida de hóquei que o Vancouver perdeu, ficou preso em meio aos manifestantes e a polícia.


Rich Lam, o fotógrafo, disse ao jornal The Vancouver Sun que na hora em que capturou a imagem não havia percebido que as duas pessoas deitadas no chão estavam se beijando. “Eu pensei que eles haviam se machucado”, afirmou.


Veja a foto desse post!


2) O casal criativo que se vestiu e vestiu seus convidados, como em um conto de fadas:


Da internet:

Era o casamento com que eles sonharam depois de terem visto o filme: o noivo de Shrek e a noiva, de Fiona. Mas o bispo não gostou da história desse casório que aconteceu em Garibaldi, na Serra Gaúcha. O desejo da cabeleireira Denise Flores e do namorado Marcelo saiu do convite de casamento, em forma de pergaminho, para a celebração na igreja. Apaixonada pela personagem Fiona, do filme “Shrek”, a cabeleireira decidiu casar caracterizada. Não só ela: o noivo e todos os convidados ajudaram na realização desse sonho. Um dos convidados registrou as imagens.


“O Shrek, apesar de feio, tem coração. A Fiona, apesar de ser uma ogra, tem atitude”, afirma a cabeleireira Denise Flores.


Foi preciso um ano de preparação e muitos argumentos para convencer o frei, que exigiu que nada fosse alterado no ritual da missa. Mas o casamento, realizado no dia 12 de março, desagradou a Igreja Católica. O frei que rezou a missa foi advertido pelo bispo.  Em nota oficial, a Diocese afirmou que o estilo da cerimônia e as roupas usadas pelos noivos e pelos convidados não correspondem à santidade e à seriedade de uma celebração como um casamento. Na cidade serrana, que tem cerca de 30 mil habitantes, o assunto ganhou as ruas. “Acho que não deveria ter permitido”, disse uma senhora. “Foi legal e diferente”, opina uma jovem. “Se o padre deixou, quem sou eu para dizer que não?”, comentou um rapaz. Para Denise, a intenção foi realizar uma cerimônia diferente apenas nos trajes, e não nos princípios religiosos. “Tenho certeza de que minha fé, do Marcelo e da minha família está acima de tudo”, conclui.


Apesar da polêmica, o casal acha que tudo valeu a pena e espera, como no filme, um final feliz.



Gente assim faz bem para o mundo. Faz as pessoas perceberem que o mundo tem várias formas de pensar. Saíram fora da caixa. Ousados e criativos. Por coincidência, ou não. “Planejadamente” ou espontaneamente.

domingo, 21 de agosto de 2011

O papel do consumidor de drogas e a Amy



Afinal, as drogas financiam os bandidos?

Desculpem aqueles que não concordam. Desculpem aqueles que são famílias de quem consome. E desculpem aqueles que consomem. Mas minha opinião, vai aí: sim, acredito na frase inicial desse post. E por conseqüência, acredito sim, que quem consome, financia os bandidos. Pequenos e grandes.



Drogas: como afetam as famílias? Totalmente e de todas as maneiras. Tem muito o que pensar? Tem muito o que falar? Sinceramente, não. É falar sobre o óbvio. Porque é óbvio que afetam muito, e de forma completamente horrorosa.



Sinceramente, fica difícil defender qualquer coisa relativa a drogas... é só ver isso, o que essa DROGA que é a droga causa na vida dos diretamente envolvidos, nos próximos e em QUALQUER UM DE NÓS.

Gera violência. Perda de valores.

Na boa, sem qualquer moralidade besta, é uma questão de lógica. Na verdade, drogas são uma bosta, além de uma droga.

E se alguém tiver dúvidas, pensa na perda que o mundo tem, a cada segundo. Cada pessoa maravilhosa que perdemos por causa dela, da besta droga.

A Amy foi só mais um caso. Da perda enorme que tivemos. Perda cultural. Porque a Amy, como artista, era dez. Sua vida pessoal, pelo que se apresentou na imprensa, zero.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Qual a sua cor? Teoria do Colorismo e Itten





Encontrei na internet e achei bem útil e interessante. Por isso, transmito prá vocês:


A técnica do Colorismo permite harmonizar o tom da pele com a maquiagem e até com a roupa.


Tudo começou com um pintor suíço chamado Johannes Itten, no início do século 20, que analisava o tom da pele, dos olhos e dos cabelos para estabelecer duas harmonias antagônicas: a primeira com tons frios, suaves e profundos, e a outra com tons quentes, vibrantes e de contrastes fortes.


Cada grupo de cores realça as tonalidades do seu conjunto pessoal, e é subdividido em duas estações, que determinam se os tons vêm mais fortes ou mais delicados. Inverno e Verão pertencem à harmonia prateada, e Outono e Primavera, à dourada. Descoberto o seu tom, é só tratar de deixar as cores mais harmônicas mais próximas à sua face - como blusas, maquiagem e acessórios, as peças da parte de baixo não influem tanto no resultado final.


Descubra seu tom:


- De dia, em frente ao espelho, num cômodo bem iluminado você vai precisar de dois pedaços de tecido maleável, um dourado e outro prateado.


- Para evitar que fios tingidos do cabelo interfiram na análise, prenda-os com uma faixa de cor neutra. Faça o teste vestindo uma camiseta branca e sem maquiagem.


- Diante do espelho aproxime o tecido dourado do rosto e repare se os olhos parecem mais brilhantes ou fundos, se as olheiras são realçadas ou disfarçadas, se a cor da boca e das bochechas é valorizada, se as rugas, manchinhas e espinhas ficam quase imperceptíveis. O dourado amarelo valoriza o rosto de quem pertence à harmonia fria; enquanto que o prateado empalidece a harmonia quente. O tom que deixar o seu rosto mais bonito e vivo revela a sua harmonia.


Harmonia prateada


Inverno



  • Tonalidades frias como prata e o branco. Cores fortes e vibrantes como o azul royal, vermelho, menta e pink caem super bem. Mulheres desse grupo são as únicas que podem usar o preto o ano todo sem medo de parecerem pálidas ou mais velhas. Para a maquiagem, tons de violeta ou berinjela nos lábios e nos olhos, além do blush rosado e rímel preto.


  • Cabelos: Preto, castanho escuro, castanho médio com toque avermelhado ou vinho e loiro platinado.


  • Olhos: Pretos, castanho escuro, castanho médio, azul turquesa, verde escuro e verde acinzentado.


  • Pele: Morena avermelhada, oliva, rosada ou clarinha. Entram na categoria a maior parte das orientais e as negras.


  • Invista nas cores: Framboesa, rosa bege, vermelho puro, argila, preto, verde pinho, menta, azul royal.


  • Evite as cores: Ocre, marrom e laranja.


Verão



  • Cores frias e tons pastéis, como verde pistache, rosa antigo, o azul jeans ou bebê. Essa mulher é pura e fica maravilhosa com visuais românticos. Ao invés de escolher a cor pura, tente o degradê, ou seja, troque o preto pelo cinza, por exemplo. Bijuterias, em tom prata. A maquiagem pede rímel marrom ou chumbo, blush puxando para o marrom e uva, e na boca violeta ou rosa queimado. As sombras são claras e também nesses tons.


  • Cabelos: Castanho em geral ou loiro com fundo acinzentado e loiro claríssimo.


  • Olhos: Em tons de cinza, azul profundo ou verde piscina.


  • Pele: Clara ou escura, a pele é bem rosada, principalmente da face até a altura do busto.


  • Invista nas cores: Cinza lua, marrom rosado, vermelho rosado, rosa flor, rosa batom, pistache, verde pastel, jeans.


  • Evite as cores: Preto, pink e amarelo.


Harmonia dourada


Primavera



  • Essa mulher conta com tons iluminados como o dourado e quente como o laranja, verde-alface, salmão e coral. Eles vêm claros e combinam entre si. Ela também combina com cores vibrantes e claras como azul celeste, verde tomate e amarelo. Bijuterias douradas valorizam as pessoas dessa estação. Nos lábios aposte em tons de coral. Se a estrutura do seu visual for os olhos, escolha sombra azul, rímel marrom escuro ou preto, e gloss cor de boca ou salmão.


  • Cabelos: Castanho escuro ou claro, loiro dourado e ruivo claro.


  • Olhos: Castanho escuro, mel, verde em geral e azul turquesa.


  • Pele: Clara, com maçãs do rosto rosadas ou com sardas, pele bege dourada, morena que se bronzeia facilmente e mulata dourada.


  • Invista nas cores: Pinhão, café com leite, mamão, coral mar, salmão, verde alface, verde pássaro, turquesa claro.


  • Evite as cores: Preto, cinza e carmim.


Outono



  • Mulheres outono têm afinidade com tons terrosos, amarelados como o ocre, vermelho terra e azuis esverdeados. Além disso, ela veste bem o turquesa e o hortelã. As mulheres desse grupo ficam lindas com berinjela, verde musgo, marrom queimado, bege claro ou cru. Os acessórios são dourado fosco, ouro envelhecido ou cobre. Na maquiagem opte por tons terrosos nos olhos e nas bochechas. Nos lábios a cor pode ser chocolate ou vinho.


  • Cabelos: Castanho escuro e acobreado, loiro do tipo dourado, palha ou manteiga e ruivo escuro.


  • Olhos: Castanho dourado ou esverdeado, verde oliva e azul turquesa.


  • Pele: Morena, pêssego, mulata ou negra com brilho dourado. Muitas mulheres desse grupo têm sardas.


  • Invista nas cores: Terra, amarelo queimado, laranja, coral claro, vermelho sangue, hortelã, turquesa escuro, verde mata.


  • Evite as cores: Cinza, preto e azul marinho.

Teoria de Itten

A teoria das cores sazonais foi inspirada nos estudos do artista e colorista Johannes Itten, da famosa escola Navhas, na Alemanha. Ele descobriu a força do colorido físico, na escolha de cores que os estudantes faziam para a própria pintura. Observou que as cores pessoais dos alunos eram, consistentemente, as complementares para os seus tons de pele, cabelo e olhos, tanto em tonalidades, como em intensidade. As teorias desenvolvidas por Itten tinham por objetivo o “Eu”: os estudantes deviam procurar o seu próprio ritmo e desenvolver uma personalidade harmoniosa.

A metodologia de Johannes Itten era baseada em dois conceitos opostos: intuição e método ou experiência subjetiva e cognição objetiva. O desejo de Itten era o de libertar o poder criativo individual do aluno e dar-lhe uma nova compreensão dos materiais e da Natureza, familiarizando-o com os princípios básicos, subjacentes a toda atividade criativa nas artes visuais, permitindo que cada aluno trabalhe na sua habilidade especifica.

Baseado nos estudos de Itten, Robert Dorr criou o Color Key System, que revolucionou a indústria de cosméticos, por classificar as peles em quentes ou frias.

Suzanne Caygill fez a mais profunda pesquisa de cores de pele, identificando 32 tipos, nos anos 40. Para simplificar o uso da cor e identificar o tipo de pele, desde então as peles estão classificadas em quatro grupos.

Quem mais difundiu este conceito nos últimos anos foi Claude Juillard, co-autor do livro Formes et Couleurs, mas antes dele, várias outras pessoas se dedicaram a manter esse conceito vivo. Claude foi o primeiro a criar um método, baseado na análise do comportamento (linguagem corporal) e nas características físicas. Foi um avanço grande, mas ainda limitado à percepção de como uma pessoa está e não de quem ela é.

Nos anos de 1980, consultoras de moda e imagem norte-americanas e européias, entre elas Carole Jackson, adaptaram os estudos do Sistema Sazonal de Cores desenvolvido por Itten, para a moda, aprimorando as cartelas de cores pessoais de guarda-roupa, acessórios, maquiagem e tinturação de cabelos para cada tipo cromático.

As cores que não pertencem à nossa cartela tornam nossa pele pálida, avermelhada ou esverdeada, desfavorecendo nossa imagem e causando um impacto negativo. As cores pessoais iluminam o rosto, e, em sintonia com a cor da roupa, acessórios e cabelos, favorecem a aparência como um todo, tornando-a mais interessante, harmoniosa e atraente.


E então, agora descubra a SUA COR!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Síndrome de Clara: geração de monstros (???)




É muito triste esse tema. Chocante. Horrível termos que abordá-lo. Mas real. E infelizmente, cada vez mais atual. Tem sido cada vez mais “normal”, conhecermos ou vermos situações, divulgadas nas noticias ou no boca-a-boca, que revelam histórias de crianças que são molestadas.

E o pior de tudo, é que muitas vezes, infelizmente, essas crianças tornam-se adultos extremamente problemáticos. Monstros. Ou que tem que lutar eternamente com seus monstros internos. Claras e Gersons.

Vide os casos da Clara e do Gerson, da novela que terminou a pouco, “Passione”. Ficção ou mundo real?

Veja opiniões de quem estuda mais a fundo, o assunto:

http://www4.familia24horas.com.br/cf/misc/pedofilia/index.htm

http://www.clinicadalma.com.br/interatividade/artigos/artigo.asp?sid=12

http://veja.abril.com.br/050504/p_152.html

Será que são os pais, parentes, amigos, os responsáveis pela formação da personalidade de uma pessoa, desde a sua infância?

E será que as expectativas que colocamos em nossos filhos, netos, sobrinhos, podem ser tão gigantescas que exatamente isso nos afaste deles?

Veja o filme “Todos estão bem”, que trata de forma inteligente e suave, sobre mentira (no pretexto de “poupar” quem se ama, omitindo a verdade) e cobrança (colocando nossas próprias expectativas e sonhos, nos ombros dos outros).

É fundamental a influência que deixamos em nossas crianças. Influências boas e más. Um case de boa influência, veja aqui:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3147037.xml

Vamos todos gerar menos monstros pelo mundo.
Menos Claras da novela. E cada vez, gente mais clara. Verdadeira.

Cuidado: não transforme a criança do presente em um monstro do futuro. O monstro que ela enxerga hoje pode ser você. E um dia, poderá ser ela mesma.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Discurso de Dilma, Presidente (ou denta?) do Brasil





Pronunciamento à nação da Presidenta da República, Dilma Rousseff, no Parlatório // Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2011:


Queridas brasileiras, queridos brasileiros,
Eu e o nosso vice-presidente Michel Temer e sua senhora, Marcela, estamos aqui assumindo a Presidência e a Vice-Presidência do Brasil.


Eu estou feliz, como raras vezes estive na minha vida, pela oportunidade que a história me deu de ser a primeira mulher a governar o Brasil. Mas eu estou muito emocionada pelo encerramento do mandato do maior líder popular que este país já teve. Ter a honra do seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guardam para a vida toda. Conviver todos estes anos com o presidente Lula me deu a dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu país e por sua gente. A alegria que sinto pela minha posse como presidenta se mistura com a emoção da sua despedida. Mas Lula estará conosco. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade.

A tarefa de suceder o presidente Lula é desafiadora. Eu saberei honrar este legado e saberei consolidar e avançar nesta obra de transformação do Brasil. A vontade de mudança do nosso povo levou um operário à Presidência do Brasil. Seu esforço, seu esforço, sua dedicação e seu nome já estão gravados no coração do povo, o lugar mais sagrado da nossa nação.


Hoje, o presidente Lula deixa o governo depois de oito anos, período em que liderou as mais importantes transformações na vida do país. A força dessas transformações permitiu que vocês, o povo brasileiro, tivessem uma nova ousadia: colocar, pela primeira vez, uma mulher na Presidência do Brasil. Para além da minha pessoa, a valorização da mulher melhora nossa sociedade e valoriza a nossa democracia.


Quero, neste momento, prestar minha homenagem a outro grande brasileiro, incansável lutador, companheiro que esteve ao nosso lado, ao lado do presidente Lula nesses oito anos. Eu me refiro ao nosso querido vice-presidente José Alencar. Que exemplo de coragem e de amor à vida nos dá este grande homem! E que parceria Zé Alencar e Lula, Lula e Zé Alencar fizeram, pelo Brasil e pelo nosso povo!


Eu e Michel Temer nos sentimos responsáveis por seguir no caminho iniciado por eles. Aprendemos com eles que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados, uma imensa força brota do nosso país. Aprendemos que quando se governa amando o Brasil, preservando a sua soberania e desenvolvendo o nosso país para torná-lo do tamanho do sonho de cada brasileira e cada brasileiro, uma força imensa é mobilizada e todos nós avançamos juntos.


Reafirmo aqui outro compromisso: cuidarei com muito carinho dos mais frágeis e mais necessitados. Governarei para todos e todas as brasileiras.


Uma mulher, uma importante líder indiana disse um dia que não se pode trocar um aperto de mão com os punhos fechados. Pois eu digo: minhas mãos vão estar abertas e estendidas para todos, desde os nossos aliados de primeira hora até aqueles que não nos acompanharam neste processo eleitoral.


É com este espírito de união que eu assumo hoje o governo do meu país. Acredito e trabalharei para que estejamos todos unidos pelas mudanças necessárias na educação, na saúde, na segurança e, sobretudo, na luta para acabar com a pobreza, com a miséria.


Não peço a ninguém que abdique de suas convicções. Buscarei o apoio, respeitarei a crítica. É o embate civilizado entre as ideias que move as grandes democracias como a nossa.


Não carrego, hoje, nenhum ressentimento nem nenhuma espécie de rancor. A minha geração veio para a política em busca da liberdade, num tempo de escuridão e medo. Pagamos o preço da nossa ousadia ajudando, entre outros, o país chegar até aqui. Aos companheiros meus que tombaram nessa caminhada, minha comovida homenagem e minha eterna lembrança.


Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Já fizemos muito nos últimos oito anos, mas ainda há muito por fazer. E foi por acreditar que nós podemos fazer mais e melhor que o povo brasileiro nos trouxe até este momento.


Agora é hora de trabalho. Agora é hora de união. União de todos nós pela educação das crianças e dos jovens. União pela saúde de qualidade para todos. União pela segurança de nossas comunidades. União para o Brasil continuar crescendo, gerando empregos. União para o Brasil continuar crescendo, gerando empregos para as atuais e para as futuras gerações. União, enfim, para criar mais e melhores oportunidades para todos nós.


O meu sonho é o mesmo sonho de qualquer cidadão ou cidadã: o sonho de que uma mãe e um pai possam oferecer aos seus filhos oportunidades melhores do que a que eles tiveram em suas vidas.


Esse é o sonho que constrói um país, uma família, uma nação. Esse é o desafio que ergue um país. Apresentei há pouco uma mensagem, com meus princípios e compromissos, no Congresso. Ali existem metas e objetivos, mas também existem sonhos.


Acho bom que seja assim. Para governar um país, um país continental do tamanho do Brasil, é também preciso ter sonhos. É preciso ter grandes sonhos e persegui-los.


Foi por não acreditar que havia o impossível que o presidente Lula fez tanto pelo país nesses últimos anos. Sonhar e perseguir os sonhos é exatamente romper o limite do possível.


Para consolidar e avançar as grandes conquistas recentes precisarei muito do apoio de todos vocês.


Quero pedir o apoio de todos, de Leste a Oeste, do Norte ao Sul do nosso país.


Vou estar ao lado dos que trabalham pelo bem do Brasil na solidão do Amazonas, nos rincões do Nordeste, na imensidão do cerrado, na vastidão dos pampas.


Se todos trabalharmos pelo Brasil, o Brasil nos devolverá em dobro o nosso esforço. O Brasil é uma terra generosa. Tudo que for plantado com mãos carinhosas e olhar para o futuro será colhido com abundância e alegria.


Que Deus abençoe o Brasil e o povo brasileiro.


Que todos nós juntos possamos construir um mundo de paz.


Eu quero, neste momento, dizer a vocês que eu darei todo o meu empenho, toda a minha dedicação para fazer com que as transformações que nós começamos nesses últimos oito anos continuem, prossigam e se expandam porque o povo brasileiro e o nosso país tem condições, hoje, de se transformar no maior e no melhor país para se viver.


Um abraço a todos, homens e mulheres do meu Brasil.



sábado, 15 de janeiro de 2011

Desastre no RJ 2011: Menino Nicolas e Dona Ilair




Estou triste. E toda vez que ouço noticias sobre o tema, é inevitável: lágrimas surgem nos olhos. E acredito que nos olhos de muitos, senão, de todos.

Vou separar o assunto “Desastre no Rio de Janeiro” em duas partes:

1) O desastre em si, as causas naturais e políticas
2) A solidariedade humana e as conseqüências psicológicas em 3 grupos de pessoas: para o que vivenciou a situação; para o que colaborou com quem vivenciou a situação e para quem está assistindo de longe.

Então, vamos ao tema:

1) O desastre em si, as causas naturais e a política

Ok: tem chovido muito, muita água e etc e tal. Lixo aos montes, inclusive, as pessoas não respeitando a coleta, separação do lixo e essas coisas. Efeito estufa e tudo mais. As conseqüências de nosso egoísmo ecológico. Sempre disse que ecologia não são os bichinhos ou plantinhas somente, somos nós mesmos. Gentessssss. Estaria a natureza se voltando contra a gente? Cuidado, Avatar...

E por que as autoridades políticas não fazem nada para evitar as catástrofes? Tá certo que aqueles que moram em regiões de risco, muitas vezes são avisados e não saem de lá, tá certo. Mas porque as autoridades permitem? Não existem formas de evitar isso?

O segundo ponto é como as autoridades estão lidando com o pós trauma: Dilma foi rápida de decisão, e por isso, tem o meu respeito. Veja: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1410487-7823-DILMA+ROUSSEFF+PROMETE+AJUDA+FEDERAL+A+REGIAO+SERRANA,00.html

Sabe, esse desastre do Rio está servindo prá preparar outros governos, como já ouvi noticias que o que aconteceu aqui está gerando influência até em Nova York. E será que a gente aqui, no Brasil, fica alerta quando vê as catástrofes, "lá fora"?

É preciso pensar em políticas de “preparação para a guerra”, ou seja, estarmos preparados para quando o desastre acontecer. Para providenciar socorro ás vítimas, com maior agilidade. Isso pode significar mais vidas, VIVAS.

Veja: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/enchentes-o-descaso-publico-que-constroi-o-cenario-do-desastre

2) A solidariedade humana e as conseqüências psicológicas em 3 grupos de pessoas: para o que vivenciou a situação; para o que colaborou com quem vivenciou a situação e para quem está assistindo de longe

Os problemas psicológicos geradas do trauma... acho que nunca mais se recuperam em quem viveu. O importante é encontrar a força, sei lá aonde, prá superar e suportar. Amenizar. Passar, acho que não passa. Infelizmente.

O que tem impressionado é a SOLIDARIEDADE VOLUNTARIOSA. Como as pessoas realmente se ajudam em situações como essa! Veja o que fala um psiquiatra: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/01/solidariedade-em-tragedias-e-natural-do-ser-humano-diz-psiquiatra.html

E cuidado: com os nervos é flor da pele, que é a situação daqueles que lá estão, cuidado com os boatos. Já saíram 2: o rompimento de uma barragem e os saques em massa, ás lojas daquela região. Atenção a quem ouve, e respeito de quem cria, por favor.

Nisso tudo, tem 2 imagens de sobreviventes que me impressionaram: o pequeno Nicolas, com seu olhar penetrante e aparentemente “porque vocês todos estão tão nervosos, adultos?” e a atitude salvadora dos heróis da Ilair, que virou símbolo da luta pela vida.

Veja: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1410512-7823-RJ+DONA+ILAIR+SOBREVIVE+A+ENCHENTE+EM+SAO+JOSE+DO+VALE+DO+RIO+PRETO,00.html

E mais:
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2011/1/vida_sai_dos_escombros_em_meio_a_mortes_na_serra_137353.html

http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3175519.xml&template=3898.dwt&edition=16294&section=846

COMO AJUDAR? Veja aqui: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/01/saiba-como-ajudar-vitimas-da-enchente-no-estado-do-rio-de-janeiro.html

Veja as noticias sobre o assunto:

http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/tragedia-ja-e-o-maior-desastre-natural-da-historia-do-brasil

http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/01/13/enchente-no-rio-ja-e-a-6-mais-fatal-dos-ultimos-12-meses-no-mundo.jhtm

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/01/enchente-no-rio-ja-e-a-6a-mais-fatal-dos-ultimos-12-meses-no-mundo.html

E vídeos:

http://g1.globo.com/videos/rio-de-janeiro/v/tragedia-no-rio-e-o-maior-desastre-climatico-do-pais/1410514/

http://g1.globo.com/videos/rio-de-janeiro/v/desastre-na-regiao-serrana-do-rio-desperta-o-sentimento-da-solidariedade/1409952/


Que a gente não esqueça prá tentar evitar novos desastres. Todo mundo pode ajudar. No mínimo, revendo sua postura perante a natureza. Afinal, a gente é parte dela. Avatar.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Leve mais a sério a sua saúde




CUIDE DA SUA SAÚDE! Viva a vida com limites!


É fundamental adotar um estilo de vida mais saudável e melhorar os nossos hábitos alimentares. Manter bons hábitos de alimentação e exercício é muito positivo para que o nosso organismo esteja realmente e efetivamente saudável. Veja essas dicas, da internet:

HÁBITOS QUE PREJUDICAM O CÉREBRO (matam neurônios)
1. Não tomar o café da manhã: A pessoa que não toma o café da manhã tem baixo nível de açúcar no sangue. Isto gera uma quantidade insuficiente de nutrientes ao cérebro causando a sua degeneração paulatinamente.
2. Comer demais: Isto causa o endurecimento das artérias do cérebro, causando também baixa capacidade mental.
3. Fumar: Causa a diminuição do tamanho cerebral e promove também a doença de Alzheimer.
4. Consumir altas quantidades de açúcar: O alto consumo de açúcar interrompe a absorção de proteínas e outros nutrientes causando má nutrição e pode interferir no desenvolvimento do cérebro.
5. Contaminação do ar: O cérebro é o maior consumidor de oxigênio do corpo. Inalar ar contaminado diminui a sua oxigenação provocando uma diminuição da eficiência cerebral.
6. Dormir pouco: O dormir permite ao cérebro descansar. A falta de sono por períodos prolongados acelera a perda de células do cérebro.
7. Dormir com a cabeça coberta: Dormir com a cabeça coberta aumenta a concentração de dióxido de carbono e diminui o oxigênio causando efeitos adversos ao nosso cérebro.
8. Fazer o cérebro trabalhar quando estamos doentes: Trabalhar e estudar quando estamos doentes, além da dificuldade do cérebro para responder nesse estado, prejudica-o.
9. Falta de estimulação: Pensar é a melhor maneira de estimular o nosso cérebro e não fazê-lo provoca que o cérebro diminua o seu tamanho e a sua capacidade.
10. Pratique a conversação inteligente: Conversas profundas ou intelectuais promovem a eficiência cerebral

RAZÕES PARA DORMIR E DESPERTAR CEDO

Das 21h ás 23h: É o horário em que o corpo realiza atividades de eliminação de químicos desnecessários e tóxicos (desintoxicação) mediante o sistema linfático do nosso corpo. Nesse horário do dia, devemos estar em um estado de relaxamento, escutando música, por exemplo.

Das 23h ás 01h: O corpo realiza o processo de desintoxicação do fígado, e idealmente deve ser processado em um estado de sono profundo.

Das 01h ás 03h: Processo de desintoxicação da vesícula biliar, idealmente deve suceder também em um estado de sono profundo.

Das 03h ás 05h: Desintoxicação dos pulmões. É por isso que por vezes neste horário, se produzem fortes acessos de tosse. Quando o processo de desintoxicação atinge o trato respiratório, é melhor não tomar medicamentos para a tosse, já que interferem no processo de eliminação de toxinas.

Das 05h ás 07h: Desintoxicação do cólon. É o horário de ir ao banheiro para esvaziar o intestino.

Das 07h ás 09h: Absorção de nutrientes no intestino delgado. É o horário perfeito para tomar o café da manhã. Se estiver doente, o café deve ser tomado mais cedo: antes das 06:30h.

A primeira refeição antes das 7:30h é benéfica para aqueles que querem manter-se em forma.

Os que não têm por hábito alimentar-se logo cedo, devem tentar mudar o hábito, sendo menos prejudicial realizá-lo entre ás 09h ás 10h em vez de ficar a manhã inteira sem comer.

Dormir tarde e despertar tarde interromperá o processo de desintoxicação de químicos desnecessários ao seu organismo. Além disso, você deve ter em conta que das 00h às 04h é o horário em que a medula óssea está produzindo sangue. Logo, procure dormir bem e não deitar tarde.

CAUSAS PRINCIPAIS QUE PREJUDICAM O FÍGADO

1.Dormir tarde e despertar tarde
2.Não urinar pela manhã
3.Comer demasiado
4.Saltar o café da manhã
5.Consumir muitos medicamentos
6.Consumir conservantes, colorantes, adoçantes artificiais
7.Consumir óleos de cozinha em alta temperatura. Reduza o possível o consumo de alimentos fritos, mesmo os que utilizam azeites benéficos. Não consuma alimentos fritos quando estiver cansado ou doente, a menos que seja muito magro, mas se puder, evite-o.
8.Consumir alimentos de origem animal crus ou demasiado cozidos sobrecarregam o fígado.
9.Os vegetais devem ser comidos crus ou pouco cozidos. Se consumir vegetais fritos, não guarde para consumo posterior.

OS ALIMENTOS "TOP-FIVE" CAUSADORES DE CÂNCER

1. Cachorros quentes
Porque têm alto teor em nitratos. A "Cancer Prevention Coalition" adverte que as crianças não devem comer mais de 12 salsichas por mês. Se você não pode viver sem as salsichas, compre as que são feitas SEM nitrato de sódio.

2. Carnes processadas e toucinho
Também contêm altos níveis de nitrato de sódio como as salsichas, assim como também o toucinho e outras carnes processadas aumentam o risco de doenças do coração. A gordura saturada do toucinho também é um grande colaborador na geração de câncer

3. Donuts
Os donuts são duplamente causadores de câncer. Primeiro porque são elaborados com flúor, açúcar refinado e óleo hidrogenado, depois são FRITOS a altas temperaturas. Os donuts são o primeiro "alimento" de todos os que se pode comer que elevará altamente o risco de gerar câncer.

4. Batatas fritas
Assim como os donuts, as batatas fritas são elaboradas com óleos hidrogenados a altas temperaturas. Também contêm acrylamidas que se geram durante o processo a altas temperaturas. Deveriam chamar-se batatas de câncer em vez de batatas fritas.

5. Biscoitos e bolachas
São geralmente elaboradas com flúor e açúcar. Até as que em suas etiquetas são orgulhosamente apresentadas como livres de gorduras transgênicas geralmente as contêm, só que em quantidades menores.





Essas são singelas porém vitais sugestões prá você, prá gente, viver mais. E melhor. Sem pecado.

EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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