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Coisas do mundo e conceitos da autora, que tem uma visão contemporânea do comportamento humano.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Cardápio de Opções


UM CARDÁPIO DE OPÇÕES. Vivemos isso.
Opção.
A opção é uma coisa boa.
Mas é uma coisa ruim.
Cansa.
Estressa.


E faz com que aqueles que não sabem exatamente o que querem, tenham uma constante indefinição do que seria legal ser prioridade. Afinal, enquanto existirem opções (e somos nós que as definimos como opções) não existirá de fato, prioridade.

Vale para trabalho.
Atividades.
Habilidades.
Relações em geral.


Priorizar é escolher. E escolher, determina que não poderemos ter tudo em nossa vida.

This is the question.
Ser ou não ser.
Ter ou não ter.
Ou isso ou aquilo.


Nem sempre, e quase sempre, poderemos ter, estar, ficar ou pertencer a coisas/situações/pessoas conflitantes de nosso esforço, tempo, dedicação e sentimento. Então, a regra do “8 ou 80”, para muitas situações da vida, é sim, a maior prioridade. E na boa, deveria ser a única.


Por isso, escolha. O que lhe faz feliz? O que você quer da vida? Das pessoas? O que é você?

Adaptar-se é bom. É legal. Mas não pode ser o tempo todo. Ou pode, sei lá. 

Em algum momento, você para de parar. Ou de seguir. Ao menos um pouco. A questão é: que momento?

Na real, não é que não se faça questão, mas legal é fazer questão de quem faz questão da gente.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Direto do Túnel do Tempo: 50 anos


Porque nunca ficamos do mesmo jeito. Do jeito do tempo.

Ao vento. 
No relento. 
Sem cabimento.

Mudamos. Por fora. 

Crescemos. Por dentro.

Por isso, a evolução diz mais respeito ao cérebro e à alma, do que à estética.

Por isso, sejamos "Manawa opiopio uhane". Forever. Aloha.

Amazona dos céus. Quem disse que o olho perfeito não é o olho que é de mel?





Mudamos. Melhoramos. Mitamos. 
Somos um mito que não imita mas milita.
Milita o amor. A amizade. A perseverança. Esperança.
De crescer.
Florescer.
Não morrer.
Por dentro. Por fora. Somos um só em todos os momentos da vida.

Por isso, a evolução diz mais respeito ao cérebro e à alma, do que à estética.

Por isso, sejamos "Wairua taitamariki tonu". Forever. Aloha.

Cabelos ao vento que não venta. Uma cruz que me traduz: vampire. Pose de capa de revista importada? Olhar de alma. Da alma. Angélica anja angelical.


Talentos inesperados. Não de estética. 
Mas de performance. São um romance.
São a vida como ela é todos os dias sempre e agora e amanhã.

Intérpretes de vidas. Somos nós. Vós. Eles.
Nascemos para brilhar. Espalhar.
Espelhos da alma.

Por isso, a evolução diz mais respeito ao cérebro e à alma, do que à estética.

Por isso, sejamos "Umphefumulo Njalo abasha". Forever. Aloha.

A busca da visão. Além do alcance. Sapeca sapecando. Hum. A analisar. Elementar, meu caro detetive. Tchau, Betty Boop. O que que você pensa? Francesa de alma. Telefone ainda existia. Isso é telefone. Aham. Barco. Como não amar? Velejar... Vamos viajar?


Então, o tempo passou. Voou.
Acelerou. 

Mas a pessoa que assim começou, continuou.
Nessa, até o fim.
Como carmim. Lembro a mim.

E quando nova começar, lembrará.
Mas jamais, passará.
Ficará.

Por isso, a evolução diz mais respeito ao cérebro e à alma, do que à estética.

Por isso, sejamos "Always young with soul". Forever. Aloha.

Ah, exotismo que lhe pertence. O que você pensa da vida? Executiva Persona. Foto para currículo. Sorrindo com os olhos. Liza Minelli. 


Por dentro. Por fora. Somos um só em todos os momentos da vida. E SOMOS MUITOS.

Por isso, a evolução diz mais respeito ao cérebro e à alma, do que à estética.


Por isso, sejamos "SEMPRE JOVENS DE ALMA". 
Forever. Aloha.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Estamos ficando mais pobres


Estamos ficando mais pobres. De novo. Ou será que nunca deixamos de ser? Esse movimento do "De volta à pobreza - Parte 3/4/5" já vem de um tempo. Observe mais. Além do seu umbigo. Uma Economia ruim, afeta todos.

E isso tem acontecido por decisões políticas equivocadas. Idiotas e erradas. Reflexo de nossas erradas escolhas. Mas afinal, como acertar nas escolhas políticas? Se nem ao menos, conhecemos aqueles próximos da gente? É, vida não é fácil.

Veja esse texto, que reflete tudo o que sinto e concordo, sobre Economia e Política:

Desemprego. Inflação. Desvalorização do real. Mercado de capitais instável. Regulamentação excessiva. Políticas assistencialistas. Excesso da máquina pública. Estatização. BNDES. Uma das maiores cargas tributárias do planeta. E tudo isso acompanhado de taxas de juros altíssimas.

Quem ouve esse roteiro facilmente pode associar o enredo a um filme de guerra medieval. E pudera! São tantas as adversidades que o cidadão brasileiro encontra em um dia corriqueiro que o faz sentir-se mediante a um duelo de gigantes. No entanto o outro gigante – o Estado – sempre termina vitorioso.

Formamos um dos povos mais resilientes, criativos e flexíveis do globo terrestre, no entanto, quantos de nós entendemos de fato Economia? Ou o impacto que as ações daqueles que escolhemos para governar possuem em nosso presente e futuro? Como podemos nos prender à esperança de um Brasil quando vivemos mediante a escândalos diários e índices econômicos que aparentemente não melhoram? E enquanto isso vemos nossos amigos e familiares sentirem na pele a consequência das más ações de governos passados e atual: economizamos no supermercado, deixamos o lazer de lado e nos agarramos ao máximo aos nossos empregos, como a última chance que nos resta.

E em um momento de desemprego acelerado e uma economia recessiva, onde novas vagas de emprego não surgem do dia para noite e as poucas que existem rumam para a extinção, uma saída natural que qualquer trabalhador minimamente corajoso e obstinado poderia pensar seria: “vou tornar-me chefe de mim mesmo”. No entanto, empreender no Brasil não é tarefa fácil, sendo muitas vezes compreendida como “trocar 6 por meia dúzia”. O novo empreendedor inicia uma maratona de obstáculos que mais parece uma prova de atletismo: burocracia, regulamentação excessiva, taxas e tributos infindáveis. E o retorno? Esse, se vier, é projetado para o longo prazo. Ou seja, dispende-se um montante elevado para adquirir uma nova forma de empregabilidade, sabendo-se que qualquer retorno por aquele investimento virá bem lá na frente. E como motivar-se dessa forma?

Em relatório recente do Banco Mundial, o “Doing Business”, que mede a facilidade de se fazer negócios em 190 países, o Brasil obteve a proeza de se enquadrar na 116a (centésima décima sexta) posição, ficando atrás de países como Azerbaijão, Marrocos, Vietnã, Zâmbia e até de vizinhos como Colômbia e Peru.

Em um estado intervencionista, que permite pouca ou nenhuma liberdade individual, não há espaço para se incentivar o empreendedorismo. E assim, vemos as poucas oportunidades de novas empresas surgirem se esvaecerem, enquanto as gigantes e até então consideradas como sólidas seguem servindo de protagonistas do maior escândalo de corrupção que vivemos. E a conta é simples: quem iremos colocar no lugar das empresas ilícitas e corruptas? Pouco nos resta, já que aniquilamos toda e qualquer oportunidade de gerar novas e sustentáveis ideias de negócio.

Essa semana assisti um vídeo que me marcou bastante. Um vendedor de pipocas, chamado Régis, após 23 anos atuando em uma mesma praça no Rio de Janeiro, viu seu mundo cair ao receber mais uma punhalada do Governo: agora teria de solicitar uma licença para poder fazer o que já fazia há mais de duas décadas, e a dela foi concedida para uma praça completamente inviável para seu trabalho, onde ele se viu sem clientela e sem capacidade de geração de renda. Régis, assim como tantos brasileiros, é apenas mais uma peça no jogo de perversidade do Estado. São tantos mandos e desmandos, e nenhum deles para incentivar o cidadão a crescer.

Temos um Governo que prefere administrar petroquímicas e empresas de correios ao invés de desenvolver pessoas para a prosperidade. E com as armas fracas que nos são dadas no campo da educação, saúde e segurança pública, fica fácil sucumbir. É aquilo que falamos, realmente: no Brasil, cada dia é um 7 a 1 diferente.

Afinal, quais serão as soluções econômicas para o Brasil?

***Texto proferido na abertura da “Mesa Redonda Soluções Econômicas para o Brasil”, no dia 10 de junho de 2017, no Salão Nobre da Câmara de Vereadores de São Paulo.


Em uma postagem em minha página de uma rede social, fiz o seguinte texto:

Ainda vale a pena acreditar no Brasil? "Sim" OU "Não"? Se você não morasse no Brasil, qual o país que gostaria de morar? Não precisa argumentar. É apenas uma resposta breve e objetiva, ok?

O resultado: A maioria respondeu que NÃO vale a pena acreditar no Brasil. E eu CONCORDO. Países citados como sonho:

Alemanha, Austrália (2), Áustria, Canadá (2), China, Estados Unidos (3), Inglaterra, Itália (2), Jamaica, Japão, Mônaco, Suiça.  

Olha que resposta (considero nem sei como, mas cada um, cada dois): “Brasil sempre vou te amar. Mas se não fosse o Brasil, moraria em Cuba”. Essa, doeu. Literalmente, nem vou comentar.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

O que você deixou de ser quando cresceu?


Essa é uma boa pergunta. Necessária. Você sabe qual o sonho que você perdeu, o que deixou de acreditar, o que você abriu mão para deixar de ser feliz? Sabe? Se não sabe, descubra, vá atrás do saber. De saber isso.


Mas não seja infantil, no sentido da idiotice. Não seja criança de atitude, seja de espírito.


E não. Não desista de ser uma pessoa, em detrimento de sua persona. Acredite na sua essência.


E como disse uma amiga...
... a gente pode ser uma senhora, mas nunca com espírito de "velha".


E acima de tudo: viaje. Isso ajuda a nos mudar. Moldar. Mais dar. Dar boas risadas. Dar muitos pinotes nos problemas e mandar para o espaço tudo que não é um abraço.


EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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