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segunda-feira, 3 de março de 2014

A dor que dói, medo líquido e job



Fugimos da dor. A dor nos mete medo. Especialmente, a dor psicológica. Mas você só percebe o quanto a dor física é sufocante, quando a sente.

E então, passa a perceber que a dor psicológica é infinitamente mais fácil de vencer. É só um pouco (ou bastante, dependendo do caso) de força de vontade. Aqui, faço um parênteses para a dor da perda que não tem volta: a morte. A morte de alguém que amamos. Essa é inexplicável, talvez amenizada pelo tempo, mas nunca curada, de fato. Fica sempre uma cicatriz. E uma cicatriz que sempre dói.

Fugimos da dor porque queremos somente o prazer. Mas lembre-se: o prazer não dura para sempre. E essa ilusão da busca do prazer eterno, gera um “medo líquido”, retratado no livro MEDO LIQUIDO, de Zygmunt Bauman, pensador polonês.



Sabe, quando eu tive meu acidente do joelho (já falei aqui sobre isso, outras vezes), percebi que a dor física paralisa de uma forma horrível. E através do “Salto do Maurides”, que teve fratura do joelho, pude reviver de novo essa situação, porque ele teve a “entorse” do joelho (A entorse do joelho é provocada por excessiva distensão das estruturas que garantem a estabilidade da articulação – ligamentos, por exemplo –, originada por movimentos bruscos ou traumatismos), e olha que meu caso foi mais grave que o dele... por isso, caminhar me deixa muuuuuuuito feliz!


E o que o trabalho tem a ver com isso tudo?

Ora, o trabalho pode ser um dos motivos de maior tristeza as pessoas. Seja pelo excesso, ou pela falta dele. Ou pelo trabalho errado. Por um emprego que é uma tortura, e por aí vai. Mas não deveria ser assim.

Inspirado nesse tema, sugiro assistir “Anjos da Vida”. Veja a sinopse:

“Ben Randall (Kevin Costner) é um legendário nadador de resgate que se torna o único sobrevivente de um acidente falta causado por uma forte tempestade. Ele é levado para ensinar na Escola de Elite, um programa de treinamento que visa transformar jovens recrutas destemidos nos melhores nadadores de resgate. Ainda abalado pelo fracasso no acidente, Randall decide deixar de lado o programa de treinamento e aplicar seus próprios métodos de trabalho. Ele logo se desentende com Jake Fisher (Ashton Kutcher), um arrogante campeão de natação, que está em sua turma. Randall vê potencial em Fisher para se tornar um grande nadador de resgate, caso consiga equilibrar seu talento ainda não-lapidado com o lado emocional e a dedicação que a tarefa exige. Em sua 1ª missão de resgate, nas turbulentas águas do mar de Bering, no Alasca, Fisher aprende o que é realmente arriscar tudo no trabalho.”







Trabalho é bom e eu gosto. Não tenha medo dele. DELE. Não. Mesmo. DESVIDRE-SE.


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Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


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Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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