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sábado, 10 de maio de 2014

Eu e mais eu. Mas limpe seu banheiro



Martim Luther King falou: “Inteligência e caráter: essa é a meta da verdadeira educação.”


Sabe, vivemos em uma época estranha. Estranha prá car... amba. CARAMBA.


Amo gente jovem, mas na boa, algumas visões estão erradas. Jovem é quem é jovem de cabeça, não de idade. E muito jovem de idade é careta prá caramba! SIM! Vejo mais gente preconceituosa jovem, que mais velha. Nossa! Entre outras coisas, sou profe de adultos, e posso falar a vontade sobre isso.

Dias desses, em uma turma, o assunto sobre religiosidade e orientação sexual fervilhou. Administrador precisa estar por dentro das questões contemporâneas, afinal. E olha que a maioria da turma era de gente da geração Z, no máximo Y. E cuida só: muuuuuuuuuuito preconceito, poxa! Lastimável! E se liga só: percebi que muito disso tem a ver com o que alguns escutam e são conduzidos por algumas novas religiões. 
Lastimável, gente. Incrível. Incrível que vivamos em um mundo contemporâneo que ainda discute o beijo gay e que acha que homossexualidade é doença (como assim???). Gente que acredita que o jeito que uma pessoa se veste justifica o estupro. Gente que sabe criticar mas que não tem empatia suficiente prá se colocar no lugar do outro. Gente estranha. Egoísta. Gente que acha que pode criticar os políticos mas não sabe uma vírgula sobre leis e política, e  que dirá, nem sequer ouve uma notícia sobre economia, mesmo com a maravilhosa Mara Luquet falando de forma tão simples sobre o assunto (veja http://g1.globo.com/jornal-da-globo/MaraLuquet.html). E gente que julga a "roubalheira" mas que comete pequenas atrocidades no dia-a-dia, com vizinhos, parentes... gente sem noção.


Levo fé nos Alpha... nascidos a partir ou por volta de 2010. São crianças bacanas. Diferentes, com a correção necessária percebida dos erros da educação da geração Z, essas que foram crianças mimadas e egoístas, entrando no mercado de trabalho agorinha como adolescentes complicadinhos. Tecnológicos mas com valores esquisitos. Ou isquisitos, sei lá. Tão esquisitos que são com “i”.


A geração do eu, eu, eu. Egoistas, mas gente boa. É MESMO?




Na era do videoprofessor (aulas pré-gravadas) é preciso entender que passar a matéria no quadro é completamente ultrapassado! As escolas precisam investir em tecnologia, mas passar valores aos alunos, yes! As ferramentas não substituem pessoas, e cada vez mais, o papel do professor é discutir em sala de aula ética e valores e utilizar diversas técnicas e ferramentas tecnológicas, mas peloamordedeus, diga não a matéria expositiva no quadro negro onde o aluno tem que copiar conteúdo, por favor! COPIAR CONTEÚDO? Como assim? Geração de replicadores de conteúdo? NÃO! É importante, contudo, passar SIM, muito conteúdo, e deixar a critério do aluno o que de fato ele deve copiar, orientando-o, não fazendo-o copiar! Isso não deve ser critério de pedagogos somente, isso é uma questão de contemporaneidade, poxa!  

É mas cuida só, acredito nisso, by Albert Einstein: "Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. Então o mundo terá uma geração de idiotas."



O professor precisa ser um provocador de mudanças! De raciocínios! Fazer as pessoas pensarem!


Os tempos mudaram:

Na real, precisamos estudar para pensar e fazer outros pensarem. É isso.

Já limpou seu banheiro hoje? Se liga. Menos arrogância e preconceito, mais preparo e cabeção. YES!


Enraize-se menos mas fixe-se mais. E procure pensar mais.

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EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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