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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O apoio não deve ser uma ficção


Seja um encorajador, porque de críticos, o mundo está cheio. Vi uma frase assim e não sei a autoria. E realmente, isso é um fato no mundo repleto de comentaristas na internet.

Vi também na internet, não sei a autoria: “A humanidade precisa de mais pessoas para abrir portas e puxar cadeiras, porque há gente demais puxando tapetes.”

Na verdade E DE VERDADE, precisamos de mais pessoas que nos empurrem para cima.


Nas empresas, quando você quer estimular o espírito de equipe (nunca grupo, por favor), você realiza dinâmicas de EQUIPE (de novo, não grupo). Existem muitas técnicas, formas, interações, momentos e objetivos.

E o que está muito em voga, já a alguns bons anos: reality shows. Condenados por uns, adorados por outros. Eis um pouco sobre eles:

Reality Show é um tipo de programa televiso (geralmente televiso, o que não impede que sejam criadas dinâmicas em empresas, sem necessidade do acompanhamento por vídeo) baseado na vida real. Podemos então falar de reality show sempre que os acontecimentos nele retratados sejam fruto da realidade e os visados da história sejam pessoas reais e não personagens de um enredo ficcional.


O que se aprende?
(compilado de material localizado na internet)

Ambiente:
No ambiente de trabalho, quando iniciamos, somos envolvidos pela ansiedade em resolver problemas, mostrar serviço e o mais rápido possível ser reconhecido pelos gestores como um profissional aplicado. Com isso, podemos nos precipitar, emitindo opiniões e fazendo pré-julgamentos, tornando o ambiente pesado e criando uma má impressão profissional. Evitar que o clima seja alterado em sua volta é importante para longevidade e produtividade em sua carreira profissional.

Construção de relacionamentos:
Um profissional agradável e prestativo tem tudo para ter uma carreira longa em qualquer empresa. As pessoas procuram fazer amizades e se relacionar com quem sempre tem a mão estendida para ajudar e ser ajudado.

Receptividade à novidades:
Assim como em um reality show, na carreira profissional mostre-se aberto para perguntar e também ser questionado. Procure saber a missão da empresa, quais objetivos e desafios existentes e pergunte aos gestores qual a expectativa da sua contratação para a empresa. Toda empresa busca pessoas dispostas a aprender para inovar, e com isso ganhar oportunidades e gerar novos negócios.

Ter foco:
No meio empresarial, a dedicação dia-a-dia ajuda o profissional a preparar-se para novas oportunidades. Participar de treinamentos, fazer o trabalho com qualidade e sempre estar apto a novos assuntos, torna o profissional preparado para assumir cargos de liderança e manter sua permanência na empresa.

Tenha equilíbrio:
Nos dias atuais, o comportamento é crucial, capaz de separar os que terão uma carreira produtiva e os que não terão longevidade na empresa. Quando existe predisposição a aprendizagem tanto em habilidades como em comportamentos, você torna-se muito mais vital à corporação.

Seja organizado:
Em qualquer empresa o profissional organizado é sempre destaque, seja na realização de suas tarefas, na liderança da equipe ou até mesmo em ganho de produtividade. Isto torna o profissional diferenciado entre os demais.

Aprimore sua estratégia e suas habilidades:
No mundo empresarial, a estratégia de uma empresa é o diferencial, sendo aplicado em um mercado extremamente competitivo. Um bom profissional deve saber quais são suas reais habilidades e como desenvolvê-las mais a cada dia, para potencializar os diferenciais das empresas.

E principalmente, nunca esqueça: em ações como essa (a participação em um reality show), o que se observa, será sempre o caráter da pessoa. Ao menos, deveria ser.


Questões sobre os reality shows empresariais e alguns deles:

Para o consultor de storytelling Bruno Scartozzoni, o êxito de um reality shows corporativo pode ser um dos indícios de uma nova era do RH, em que o currículo de um candidato perde importância para a história que ele conta nas mídias sociais.

“De alguma forma, o que fazemos no LinkedIn ou no Facebook todo dia, ao vender nossa imagem, é um reality show corporativo, não?”

SHARK TANK – Empreendedores apresentam suas empresas e ideias a um grupo de investidores – os “tubarões” – e são submetidos a uma bateria de questionamentos sobre a forma como tocam seus negócios e as perspectivas para o futuro. Podem obter grandes somas de dinheiro se conseguirem convencer os investidores – ou ser demolidos em frente às câmeras. Começou em 2009 nos EUA.

O APRENDIZ –  Os competidores têm de vencer uma série de desafios de negócios, como fechar uma venda, organizar um evento em tempo curto, desenvolver um produto em equipe e individualmente; os piores vão sendo eliminados. O vencedor ganha um emprego nas organizações do apresentador. Começou em 2002 nos EUA, onde foi protagonizado pelo empresário Donald Trump, atual presidente daquele país.

UNDERCOVER BOSS – Um executivo sênior se disfarça para conhecer de perto o trabalho da empresa, misturando-se com funcionários e clientes. O objetivo é que conheça a organização desde baixo e identifique problemas que normalmente não seriam levados ao líder. Começou em 2010 nos EUA.

MILLION DOLLAR INTERN – Jovens empreendedores bem-sucedidos, donos de startups milionárias, abandonam sua rotina para trabalhar por uma semana como estagiários em companhias que estão passando por dificuldades. O objetivo é detectar os problemas e resolvê-los. Eles são obrigados a fazer atividades que jamais tiveram de fazer, como limpar o banheiro. Começou em 2013 no Reino Unido.

E fica essa dica valiosa: As empresas precisam verticalizar sua hierarquia a fim  de tomar decisões rápidas e interdependentes, como as relativas à inovação do modelo de negócio.

Veja 4 modelos de aprendizagem, que podem inclusive nos ajudar a conhecermos melhor nosso perfil: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/10/ciencia/1476119828_530014.html





Dance. Dance mais. Aprecie a música. Ouça a música da vida.
É muito bom.



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Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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