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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A borboleta azul




Essa é uma estorinha indiana, de autor desconhecido. Aprecie. VEJA. LEIA. REFLITA.

"Havia no alto da montanha um sábio. Diariamente, pessoas de todo o reino subiam a montanha para fazer perguntas ao sábio, que pacientemente atendia a todos.

E haviam dois jovens garotos que sempre iam até o sábio, com a intenção de fazer perguntas para as quais o sábio não tinha resposta. Mas para todas as perguntas, o sábio encontrava uma resposta. Isso se repetia por semanas, meses…

Impacientes com o sábio, os garotos resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, um deles apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

– O que você vai fazer? – perguntou o outro garoto.

– Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se o sábio disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Mas se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

Os dois garotos foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

Ao chegar, o garoto logo disse:

– Tenho aqui em minhas mãos uma borboleta azul. Diga-me, sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

– Depende de você. Ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, nosso presente e nosso futuro. Nós somos os responsáveis. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolhermos o que fazer com ela."


E se deixá-la voar, quem sabe ela volta prá você. Essa é a sabedoria dos fatos: é agir de forma lógica, visceralmente.

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EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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