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sábado, 1 de abril de 2017

Um mundo onde não existe preço


Já pensou poder fazer as seguintes coisas, custeadas pelo Governo?
- Ir a museus
- Comer em bons restaurantes (no mínimo, decentes)
- Hospedar-se em hotéis (não precisam ser 5 estrelas)

Vivemos em um país difícil. É fato.

Mas entenda: se todos partirmos para os concursos públicos, quem vai gerar produção (dinheiro) nesse país?

Isso é Economia e Mercado. E entenda que o Governo depende dos impostos pagos por um povo.

Impostos vindos de empresas e produção, pode ter certeza.

Pois seu salário, parte das empresas. Privadas. Não adianta negar.

E quanto às empresas públicas, novamente são pagas por nossos salários. Através de impostos.

Por isso, desde muito cedo, tente empreender. Tenha uma postura empreendedora, mesmo que colaborando em uma empresa.

Percebi que estávamos com valores invertidos, a partir do momento que pais começaram a estimular seus filhos a realizem concursos públicos aos quatro cantos desse país. Isso está errado. Precisamos estimular pessoas a empreenderem. A partir da família, comunidade, escola, empresas (terceirizando, inclusive) e governos. Só assim seremos um país verdadeiramente competitivo e dentro do possível, sustentável sob vários aspectos.

Olha o eu transcrevo de RANKING POLÍTICOS, de 19/12/2016:

O atraso está dentro da nossa cabeça. Uma enorme parte da população entende o governo como uma fonte inesgotável de benefícios. Como um Papai Noel que faz a grana surgir do nada e joga para as pessoas como um bruxo bonzinho.

Tem gente que vota no político porque ele deu uma cesta básica para a tia, como se a cesta fosse dele para dar.

Tem gente que só espera mais e mais gastos. Muita gente não entende que esse dinheiro não cai do céu. Ele vem de nós mesmos. Nós bancamos o governo. Tudo que é dado, já foi tomado antes e em dobro. Governo bom cuida do dinheiro com tanto cuidado quanto uma dona de casa responsável. A conta da irresponsabilidade sempre chega.

Tem o meu respeito, pelos motivos expostos. A verdade é que os partidos populistas no Brasil, ainda agem como se estivéssemos nos anos 50. Talvez, 60.

Onde incitam trabalhadores a enxergar o "patrão" como tirano. Falar "patrão" já é uma demonstração do atraso.

Ao invés disso, deveriam estimular o diálogo, o intraempreendedorismo.

Atraso cultural político. Que influencia pessoas. E que valoriza o populismo para gerar dependência.

É garantir votos pelos favores prestados. Escravidão intelectual. PENSE mais.


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Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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