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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Privatize-se e terceirize-se já: por uma Economia mais real


“Se o Brasil fosse um jogo de futebol, diríamos que o governo precisa fazer o trabalho de juiz mas não fazer o trabalho de jogador. Bom governo é como um bom juiz: regulamenta a economia, acompanha, faz cumprir as regras e aplica punições. Idealmente ele quase não aparece e deixa o jogo rolar. Quem tem que fazer e acontecer e aparecer são os jogadores: os cidadãos, as empresas. Esses são os verdadeiros atores que movem a economia. Frequentemente se o juiz resolve se meter a jogar o jogo podem ocorrer muitos problemas. Ele provavelmente vai jogar mal, vai distorcer a economia e espantar jogadores sérios. Vai ser ineficiente e caro”. (Ranking Brasil)

Outra questão relativa a Economia: Privatização e Terceirização.
Privatize-se. Terceirize-se.




A Terceirização é uma brilhante solução. Mas é necessária sua prática com parcimônia e inteligência. Ou seja: nem tudo pode-se terceirizar. Ou sim. Que seja.

Porém, não existe terceirização sem uma ampla parceria. De mão dupla. Uma relação ganha-ganha. Onde ambos ganham: contratante e contratado.

A Terceirização precisa ser vista como uma solução de viabilização de empresa, minimizando custos fixos. Ampliando beneficiados. Expandindo empresas e consequentemente estimulando novos empreendedores. Sim. Terceirização é uma solução. Com foco, resiliência e trabalho em equipe.

Em tempo 1: e ao terceirizar, é fundamental que a cultura da empresa-marca não perca-se pelo caminho. E que se humanizem cada vez mais, as relações. Afinal, uma PJ, sempre será a união de várias PF's. Pessoas Jurídicas. Pessoas Físicas. Vale muito a pena ler. Sugestão para quem aprecia ou não a terceirização: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2076

Em tempo 2: Alguém tem saudade da CRT? Hello. Por favor. Não acredito. Então, agradeça a privatização.

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Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


Curiosos ALOHA fazem bem para o mundo. Então, é nós no mundo, porque não viemos aqui a passeio!


Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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