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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O Fim da Infância


Dia das crianças, dia de festa. Dia que vem sendo cada vez mais lembrado, comemorado, festejado. Mas será apenas porque o mercado publicitário e as indústrias que dependem desse público precisam vender? Creio que não. Acredito que na verdade, os adultos estão percebendo que a infância está acabando cada vez mais cedo, onde pessoas estão tentando congelar o tempo e manter nossas atuais crianças, mais tempo crianças. Para que possam curtir essa fase tão maravilhosa e mágica, a infância.

Na real, as crianças estão amadurecendo cedo demais, em termos de responsabilidades, informação e maturidade. Mas a ética e os valores, estão sendo transmitidos de que maneira? Qual o preço do amadurecimento precoce nessas crianças/seres humanos?

Amo crianças, mas já disse em outro texto, que nem todas são “do bem”. Existem crianças que nascem más. Mas afinal, a culpa é de quem? De nós, gerações anteriores que não preparamos de fato, a continuidade de um mundo melhor, mais justo e ético. Menos aqui agora já e mais o que eu posso fazer para melhorar a vida de todos. Menos individualidade coletiva. E mais coletividade individual. O bem de todos que visa o bem pessoal. Pensando e agindo em prol dos outros, seremos cada vez mais, mais gente. Mais socialmente corretos.

Não sou Psicóloga, mas observadora, e ouso separar as crianças em 5 grupos:

1) Anjinhos reais: crianças que chegaram para fazer o bem, tornando todos os ambientes melhores depois de sua passagem. São literalmente, as crianças do bem, anjos na terra. São em número bem pequeno.

2) Diabinhos mimados: Egoístas e malvadas, só querem coisas materiais, e normalmente são geradas por pais sem tempo de transmitir valores efetivos de uma sociedade mais justa.

3) Lógicas racionais: São inteligentes, pequenos gênios prematuros, mais maduros intelectualmente que a maioria das crianças de seu círculo e normalmente se sentem deslocadas. Ou não. Vai depender da postura dos pais e da convivência social, do grupo em que atuam.

4) Filhos pais: Maduros ao extremo, são filhos de pais ou mães solteiros, sozinhos ou separados, e normalmente são os “conselheiros” dos pais. Amadurecem muito antes de qualquer outro amiguinho da sua turma, e tem contato com a realidade precocemente. Normalmente, serão vencedores natos, mais não pela competição, e sim, por terem tornado-se conscientes da vida adulta muito antes de chegar lá.

5) Líderes egocêntricos: Desde muito cedo, eles têm predisposição a liderança. Até aí, tudo bem. O problema é que também desde cedo, o poder lhes sobe a cabeça e tornam-se um tanto quanto arrogantes. Precisam de aprendizado emocional, além do intelectual, para tornarem-se líderes justos e bons.

Acredito que uma criança pode ter um pouco de cada característica, mas sempre uma delas, impera. Cabe aos pais, educadores e próximos a essas crianças, transmitir os valores éticos para uma sociedade mais justa e coletivamente mais correta.

Para os pais, algum conhecimento de especialistas:

Para os filhos (e outros grandinhos também):
http://www.gamedesign.jp/flash/chatnoir/chatnoir.swf

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