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domingo, 25 de abril de 2010

Pensando como o Léo, o DA VINCI




O cara era O CARA. Um gênio, e sou super sua fã. Talvez até já tenha escrito sobre isso, mas acho supertudodebom escrever de novo. A gente sempre aprende com ele, né?

Quem foi o Léo, Leonardo da Vinci?

Da Internet: Leonardo di ser Piero da Vinci, italiano da renascença, foi uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, pieta e músico (só isso???). Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos, e possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido.

E veja os Sete Princípios Davincianos:

1. Curiositá
Nos leva ao reconhecimento dos nossos limites, daí podemos decidir ultrapassá-los ou não. Há no nosso planeta (e em nós mesmos) muito a ser desvendado. O que nos instiga, façamos 10 perguntas! Apenas perguntas, sem preocupação com as respostas. Precisamos exercitar esta arte a fim de quebrar as convencionalidades. Façamos perguntas sem pensar, as mais bobas, por mais infantis que nos pareçam. Precisamos de espaços que nos permitam o exercício do questionar. Estamos sempre regidos por uma filosofia - representada pelas diversas correntes de pensamentos que nos envolvem - quer tenhamos consciência dela ou não. Assim, não tem nada tão prático, tão pragmático quanto o exercício do filosofar, só ele é capaz de nos conduzir ao discernimento. A curiosidade é natural, está presente em qualquer organismo vivo, o que nos cabe é desenvolvermos a curiosidade humana. A curiosidade de Leonardo é a curiosidade humana, filosófica, proveniente do amor pelo conhecimento.

2. Dimostrazione
Aqui buscamos, através da experiência, as respostas as nossas perguntas. Precisamos aprender a lidar com os erros. Da Vinci errou muito, mas soube brilhantemente transformar erros em acertos. Onde há crença, não há experiência. A real experiência é o fruto maduro de um aprendizado consciente. Neste sentido, experienciamos pouquíssimo.

3. Sensazione
Temos muitas sensações, as mais variadas. Elas são como espécies de tentáculos que nos ligam ao mundo exterior. O desafio consiste em estarmos atentos a elas e, através do exercício da interiorização, aprendermos a transformá-las em percepções, criando uma ponte entre os mundos externo e interno.

4. Sfumato
Representa a capacidade humana em lidar com as incertezas. A cultura Tolteca nos fala dos mundos Nagual e Tonal. Simbolicamente o mundo Nagual seria o oceano (com suas características de magnitude e profundidade) e o Tonal a ilha. Habitamos a ilha, e precisamos vê-la como tal, cercada de água (a profundidade do oceano) por todos os lados.

5. Arte / Scienza
Diante de um problema, primeiro, nos permitir a ter várias visões, por mais absurdas que elas pareçam. Só num segundo momento que deveríamos partir para a análise. Exercitar a nossa capacidade de ver as coisas de múltiplas maneiras aprimora nossa percepção de mundo. Uma máxima estóica nos lembra que os problemas não são as coisas em si, mas a percepção que temos delas. Leonardo nos convida para ver ciência na arte e fazer da arte uma ciência.

6. Corporalitá
Resgata e trabalha a inteligência cinestésica, a inteligência do corpo. O exercício é o da tomada de consciência de nossa corporalidade: como nos movemos, ao nos movimentarmos, quais os pontos flexíveis e quais os pontos rígidos, se nossos movimentos estão curtos ou alongados, por exemplo.

7. Conessione
Como nos conectamos com o mundo, com nós mesmos e com os demais. Como diziam os egípcios: a mesma Lei que está no Céu, está na Terra; como é em cima, é embaixo. Através destes princípios, Leonardo Da Vinci demonstra que somos capazes de aprender a viver e, aprendendo a viver, aprendemos também a morrer: com a serenidade de uma vida bem vivida, metas fundamentais cumpridas, vocação exercida e, conseqüentemente, conteúdo agregado. Aprender a pensar com Da Vinci traz a quebra dos condicionamentos e nos leva ao desenvolvimento de uma visão una, integrada, interconectada, bem mais próxima do Real, pois nos permite unir duas pontas, aparentemente antagônicas: interno e externo, céu e terra, mente e corpo, espírito e matéria...

Caro Léo Da Vinci, você foi um excepcional gênio especial. Você deixou a sua digital no mundo, tornando-se imortal para aqueles que percebem seu fundamental valor a humanidade. Obrigada. Muito.

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EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


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Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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