Você é aluno ou discípulo?
A filosofia trás essa questão muito clara, embora seja a religião que explore mais esse assunto. Mas na verdade, a filosofia evidencia claramente a diferença entre aluno e discípulo. No primeiro, há até a boa vontade, mas no segundo, existe a ação de continuidade, o ato de seguir os princípios e continuar a trazer outros que também o sigam.
A grande diferença de ser aluno ou discípulo está numa palavra: seguir. Ok, duas palavras: seguir e fazer.
Da internet:
Aluno é o indivíduo que recebe formação de um ou vários professores para adquirir ou ampliar seus conhecimentos. Por vezes, usa-se o termo aluno como sinônimo de estudante, uma pessoa que se ocupa do estudo, relativos a um aprendizado de qualquer nível. No entanto, o estudo pode ser uma atividade individual, sem recurso a professores. O aluno é o que ouve o mestre.
Discípulo é aquele que segue outrem em suas ideias, atitudes, posições ideológicas e determinações existenciais. O discípulo é o que convive com o mestre.
Uma definição interessante, vinda da Bíblia, do livro de Lucas 6:40: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre.”
E seguir bons exemplos, é uma forma de ser discípulo. “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens." (já disse Pitágoras)
Dulce Magalhães, palestrante contemporânea, escreveu na Revista Amanhã: “Se queremos mudar um hábito, temos de mapear o processo ritual escondido naquela prática”. Quem melhor faz isso do que um discípulo?
“Nunca ter o complexo de Adão: tudo começou comigo” (dito por Mailson da Nóbrega, economista que sem querer (ou por querer?) falou uma das frases mais filosóficas contemporâneas que ouvi).
Mundo difícil. Mundo mudo perante a necessidade do resgate dos bons valores coletivos. Do aloha namastê, como eu chamo. Menos vaidades e egocentrismo. Pode ser que seremos uma pequena formiguinha, mas que pode fazer toda a diferença. E não venha me dizer que você nasceu prá ser mestre. Um mestre sem discípulos, não é um mestre. Um líder sem liderados, não é um líder. Não existe mais valia em ser “O” cara. Existe mais valia em fazer pessoas fazerem a diferença no mundo.
O mundo precisa de mais discípulos porque precisa de gente que acredite de novo. Em gente que valha a pena ser acreditada. Para fazer a diferença no mundo, e para fazer um mundo diferente. Mas discípulos do bem, da busca da justa causa, da busca dos valores perdidos e do resgate do bom caráter.
Gente que valha a pena de ser seguida. Admirada. Copiada. Bons exemplos. Podemos ser discípulos de muitos, e algumas vezes, mestres de alguns.
“Nunca ter o complexo de Adão: tudo começou comigo” (dito por Mailson da Nóbrega, economista que sem querer (ou por querer?) falou uma das frases mais filosóficas contemporâneas que ouvi).
Mundo difícil. Mundo mudo perante a necessidade do resgate dos bons valores coletivos. Do aloha namastê, como eu chamo. Menos vaidades e egocentrismo. Pode ser que seremos uma pequena formiguinha, mas que pode fazer toda a diferença. E não venha me dizer que você nasceu prá ser mestre. Um mestre sem discípulos, não é um mestre. Um líder sem liderados, não é um líder. Não existe mais valia em ser “O” cara. Existe mais valia em fazer pessoas fazerem a diferença no mundo.
O mundo precisa de mais discípulos porque precisa de gente que acredite de novo. Em gente que valha a pena ser acreditada. Para fazer a diferença no mundo, e para fazer um mundo diferente. Mas discípulos do bem, da busca da justa causa, da busca dos valores perdidos e do resgate do bom caráter.
Gente que valha a pena de ser seguida. Admirada. Copiada. Bons exemplos. Podemos ser discípulos de muitos, e algumas vezes, mestres de alguns.
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