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terça-feira, 4 de julho de 2017

Quem brinca com a vida dos outros, um dia acaba virando brinquedo


Acho essa frase do título tão forte e tão importante, que resolvi fazer dela o título desse texto, mesmo não sendo a autora da dita frase.

E veja quatro grandes questões com relação às relações:
Para perdoar é preciso entender.
O que trai é imaturo para aquele relacionamento.
Lembrar do fato, mas perdoar.
Tudo que não tem sentido, é rompido (não é amor).
Se você entender isso, entenderá o que, porque e quando é traição.


A verdade é que trair não depende de um lado somente. Não existe um único lado errado. Os dois, estão. Traído e traidor. Sim, o traído não é vitiminha. Entenda isso. E estão, de fato e de alguma forma, doentes. Ao menos, para aquela relação. E lembre-se: não existe o coitadinho e o vilão. Muito menos, o terceiro elemento culpado. O terceiro elemento só passou a existir, naquela relação, porque o primeiro e o segundo, não estão sintonizados. Não conversam. Não se constroem mutuamente como complementares. A não ser, é claro, que estejamos falando de pessoas canalhas de plantão, os traidores sistemáticos, aqueles que cantam compulsivamente. Tipo, cantam amigas, irmãs, colegas próximas de trabalho, sempre julgando, na sua arrogância cega, que não serão descobertos. A esses últimos, bem... resta a Psicanálise. O famoso divã. Vão se tratar. 


Dias desses, ouvi mulheres, em um grupo de mulheres, comentarem que aceitariam traições de seus devidos queridos. Quase caí da cadeira. Não acredito que nos dias atuais, possam existir mulheres que ainda aceitem isso. Surreal.


Pois em outra ocasião, ouvi uma palestrante e estudiosa do assunto relacionamento, dizer o seguinte: “O RELACIONAMENTO QUE SE QUEBRA, ATRAVÉS DE UMA TRAIÇÃO, SÓ TEM TRÊS SOLUÇÕES:

1) Terminar (abrir a relação)
2) Compensar o equilíbrio, através da traição do outro lado, e posterior perdão mútuo
3) Compensar o equilíbrio, através de uma viagem paga pelo traidor ao traído, e posterior perdão do traído ao traidor”

Mas ainda assim, o pior de tudo, é quando aquele que trai, persiste na mentira e ainda reverte a situação. E isso muito, acontece.


Mas afinal, POR QUE MENTIR?

Ainda que a honestidade seja melhor, o fingimento e a desonestidade fazem parte da condição humana.

Sério?

É fato. Tudo que alguém pode nos tirar, não nos pertence.

Portanto, pessoas... bem, você sabe. Ninguém nos pertence.

E coisas? Depende. Até podem ser nossas, mas temporariamente.

O que, então, nos pertence? Experiências. Essas, definitivamente, ninguém nos tira.

E o processo, idem. O conhecimento adquirido durante esse processo. Nunca.


Ás vezes, o FOREVER se torna FOR NEVER.

E quem sabe, saberá o que seja o melhor?

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