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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tem louco prá tudo e o ser humano não tem limites




Olha, por mais que eu viva, vou sempre me surpreender com o ser humano. Coisas bizarras acontecem.

E a vida é assim. Uma sequência de vitórias. E prá compensar, ás vezes de derrotas.

Mas o que é a derrota? Afinal de contas, quem disse que você perdeu? Ou ganhou? Acho que ás vezes quando perdemos, ganhamos.

Definição de derrota: Acontecimento funesto; desgraça; grande estrago; ruína.

Definição de vitória: Ato ou efeito de vencer; triunfo; bom resultado; êxito brilhante; vantagem alcançada sobre um rival.

Ups! Rival? Vivemos em uma época extremamente competitiva. Demais. O tempo todo.

Parecemos robôs destinados a vencer, e o que é vencer prá um, pode não ser prá outro.

Vencer, prá quem nunca caminhou ou sofreu um acidente, pode ser caminhar.
Vencer, prá quem nunca teve um salário fixo, pode ser ganhar um ou dois salários mínimos.
Vencer, prá quem nunca comeu em uma mesa limpinha, pode ser ganhar um bombom e conseguir degustá-lo (Degustá-lo? Devorá-lo!).

Nessa ânsia pela vitória, muitas pessoas fazem coisas bizarras, esdrúxulas. Vejam da internet:

Só para loucos por adrenalina: Pelo equivalente a R$ 2 mil, clientes da empresa Ultime Réalité, na França, podem comprar um “pacote básico de “sequestro”, em que são capturados por estranhos, amarrados, jogados em um carro e depois mantidos em um porão úmido por quatro horas. Se imaginar que isso é pouco, o interessado pode ainda encomendar perseguições de barco, fugas de helicóptero ou um período de até 10 horas sequestrado, com direito a pedido de resgate. Pagando mais, é claro. Esse é o bizarro ramo de atuação da empresa que funciona em Besançon, no leste da França. Quem mais utiliza os serviços são altos executivos, que buscam emoções maiores do que as que acompanham um salto de bungee-jump ou paraquedas. Também há clientes que querem recorrer a experiências extremas para vencer fobias – uma pessoa já pediu até para ser enterrada viva. Quem contrata o serviço pode explicar com detalhes o que deseja e, depois de tudo combinado, assina um contrato – mas não sabe exatamente quando ou onde será capturado. – Você vai passar por sensações reais de violência, terror e medo de um sequestro real, um choque psicológico que você não esquecerá tão cedo – promete o site da empresa. Segundo a Ultime Réalité (algo como “Realidade Final”, em português), criada em janeiro, as “aventuras” geralmente são propostas pelos próprios clientes, inspirados em sonhos, na literatura ou no cinema. O tempo máximo de sequestro foi de 11 horas, e até hoje ninguém ficou ferido, assegura Georges Cexus, 28 anos, fundador da empresa. – O objetivo é que a pessoa sequestrada não tenha tempo de refletir, que ela esqueça que é um jogo. É preciso que ela esteja em uma situação real de estresse – explicou Cexus ao jornal Le Parisien. Um porta-voz da polícia francesa disse que a corporação não tem objeções ao serviço, mas ressaltou que a empresa precisaria alertar as autoridades locais de antemão para que estivessem preparadas em caso de emergência. O “pacote” remete ao filme Vidas em Jogo (The Game), de 1997, em que o protagonista Nicholas Van Orton, interpretado por Michael Douglas, se vê preso dentro de um “jogo real” organizado por um grupo desconhecido chamado Serviços de Recreação do Consumidor. Mas, ao contrário do filme, garante a Ultime Réalité, se o cliente ultrapassar os limites de sua tolerância, ele pode cancelar tudo dizendo uma senha previamente estabelecida. É aqui, ó: http://www.ultimerealite.fr/

E mais: http://www.mundogump.com.br/top-16-coisas-bizarras-roubadas/

E da internet: 27 coisas bizarras para se fazer em um motel

27. Girar 180 graus na cadeira erótica, berrando: “Ziiim, zíiiim!
26. Bater na porta da suíte ao lado e perguntar se foi ali que pediram um bacalhau.
25. Repetir a operação do item anterior nas outras 117 suítes.
24. Chamar uma garçonete e atender a porta pelado.
23. Levar um grupo de amigos e sair vendendo tupperware pelos quartos.
22. Botar o carro na frente do quarto, levar uma mangueira e lavá-lo.
21. Na entrada do motel, perguntar ao porteiro se ele viu a sua esposa entrando ali com outro.
20. Levar um megafone e gritar da sua janela: “Rosânia, sua cachorra ordinária, eu sei que você tá aqui, lazarenta!!!”
19. Levar seu cão dinamarquês, ligar para a recepção e pedir água, camisinhas e ração Bonzo.
18. Ficar de pé na portaria do motel dando “oi” para os carros que entram.
17. Abrir as portas do carro dentro da vaga e ligar o som no último volume numa música de Bruno e Marrone.
16. Antes de chegar a recepção, baixar as calças, encaixar o RG no meio das nádegas e entregá-lo a mocinha falando: “Boa noite, sou um boneco de neve e queria uma suíte com ar condicionado bem geladinho”.
15. Dizer que é voyeur e pedir um quarto com vista para o quarto dos outros.
14. Ir desacompanhado e perguntar se a recepcionista não quebraria o seu galho.
13. Ir com a família inteira até a porta do motel e indagar ao vigia quanto custa o aluguel e condomínio das casas.
12. Perguntar ao segurança do motel se ele, por acaso, é michê.
11. Interfonar para a cozinha pedindo um peru e dois ovos.
10. Ir a pé.
09. Dizer ao atendente, na portaria, que está com um cadáver no porta-malas e que precisa de ajuda para colocá-lo na cama.
08. Tirar todos os produtos do frigobar e colocá-los dentro da sauna ligada prá ver o que acontece.
07. Ligar para a recepção pedindo uma bomba de encher pneu porque sua boneca inflável está vazando.
06. Antes de sair do quarto, deixar um despacho completo, incluindo galinha preta, charuto e cachaça, ao lado da cama.
05. Descolar tinta preta, pincel, brocha e promover uma pintura estilo dark na suíte.
04. Espalhar gel transparente em todo o quarto: lençóis, tela da tevê, frigobar, toalhas, abajures, tapetes, espelhos e paredes.
03. Levar um filhote de patinho e, ao ir embora, deixá-lo nadando na piscina.
02. Promover um apagão no motel inteiro jogando o secador ligado na Jacuzzi.
01. Pagar com tíquete-refeição.

Sempre digo que o ser humano não tem limites. O mundo é bizarro.

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EBAAAA! Bom te ver!


Penso, logo, existo. E... se você está aqui, quer saber como eu penso. Se quer saber como eu penso, no mínimo, é curioso.


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Busco uma visão de longo alcance, sem aceitar verdades absolutas, preservando valores ALOHA, que são o ideal para um mundo mais honesto e verdadeiro.

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